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Em Vila do Conde, a Minerva – Artes Gráficas acionou um plano de prevenção para minimizar o impacto da pandemia do coronavírus, e consequente Estado de Emergência declarado em Portugal. Com a capacidade produtiva reduzida, a equipa da empresa mantém o espírito positivo, mas antecipa tempos difíceis pela frente.

Minerva -  Vamos todos ficar bem© Minerva

“Dividimos a equipa em duas, trabalhando de forma alternada, e assim esperamos reduzir o risco de contágio em 50%”, refere António Alvim. O responsável refere que “a capacidade produtiva foi naturalmente reduzida” e que, além da diminuição na atividade, “os pedidos de orçamento baixaram muito”.

Acreditam que, dadas as circunstâncias, “o impacto vai ser enorme” e que a recuperação poderá ser lenta. Apesar das previsões menos felizes, mantém o espírito positivo e, quando questionados sobre que mensagem gostariam de deixar aos colegas da indústria, respondem: “Isto vai passar!”.

Equipa Minerva© Minerva

Fundada em 1904, por Alfredo d’Amaral Corrêa, a tipografia Minerva começou por se dedicar à impressão de manuais e publicações históricas. Em 1969, é tomada de trespasse por Alberto Santos, pai dos atuais proprietários, que era mestre de tipografia na “Casa de Correção”, o atual Mosteiro de Santa Clara, conhecido por ter recebido os melhores artistas gráficos.

Atualmente, a empresa presta os mais diversos serviços gráficos, caracterizando-se como uma “one stop shop” para a comunicação, seja em formatos físicos ou digitais. Disponibilizam serviços de marketing, design, impressão e acabamentos. A sua carteira de clientes conta com vários nomes sonantes, como por exemplo as marcas Castelbel, Taylor’s, Sonae Arauco, Vieira e Zippy.