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A Canon está a lançar as bolsas anuais de fotojornalismo, em busca de profissionais de fotografia e vídeo, onde se inclui a Bolsa Canon para Fotojornalistas Femininas e a Bolsa de Vídeo Canon – Curta-metragem Documental.

O primeiro celebra uma fotógrafa de excelência, reconhecendo o seu contributo para o fotojornalismo, enquanto a segunda reconhece os profissionais que procuram chamar a atenção para alguma questão social, cultural ou económica, em formato documentário.

Image 1 Documentary photographer Sabiha Çimen recipient of the 2020 Canon Female Photojournalist Grant insideSabiha Çimen - vencedora da Bolsa em 2020

A atribuição das bolsas é organizada em conjunto com o Visa Pour L’Image, um dos principais festivais de fotojornalismo do mundo, e ambas oferecem aos premiados o financiamento necessário para darem continuidade aos seus projetos, bem como uma plataforma para se fazerem ouvir. Os vencedores serão apresentados oficialmente na edição deste ano do festival, que ocorre durante o mês de setembro em Perpignan, França; e os seus trabalhos serão exibidos na edição do próximo ano.

As bolsas atribuem um valor de 8000€ e o empréstimo de um kit Canon para apoiar a produção de uma curta-metragem documental, no caso do vídeo, e, apoio e divulgação no caso da fotografia. 

As candidaturas a ambas as bolsas estão de momento abertas e as inscrições terminam no dia 17 de maio de 2021.

No ano passado, o fotógrafo e cineasta franco-suíço Michaël Zumstein recebeu a primeira Bolsa de Vídeo Canon. Desde então, tem trabalhado numa curta-metragem documental chamada “Bangui la coquette”, sobre a organização do concurso Miss República Centro-Africana. O primeiro teaser do projeto será apresentado no festival deste ano, e o filme completo será exibido em Perpignan um ano mais tarde, em setembro.

Devido ao impacto global da pandemia, a vencedora da bolsa do ano passado – a fotógrafa turca Sabiha Çimen – também apresentará o seu projeto, Hafiz: Guardians of the Qur'an, na edição de 2022 do festival. O projeto de Çimen explora uma tradição de 1.500 anos – na qual os muçulmanos que memorizem o Alcorão na totalidade ficam autorizados a utilizar o título ‘Hafiz’ antes do nome – e as raparigas entre os 8 e os 17 anos de idade que frequentam escolas dedicadas ao Alcorão para recitarem e memorizarem os 6.236 versos do livro sagrado do Islão, para que possam tornar-se Hafizas.

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