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A HP continua a apostar forte na divisão de Artes Gráficas, quer a nível local quer a nível global. A doPAPEL colocou algumas questões a Pedro Fragoso, responsável do segmento para o mercado nacional, que revelou as novidades em termos de produtos e serviços.

Qual a importância da divisão de Artes Gráficas na estrutura global da HP?

A Divisão de Artes Gráficas da HP continua a ser um sector estratégico para o crescimento da companhia, com um forte investimento em Investigação e Desenvolvimento, no sentido de criar soluções e oportunidades para os nossos clientes.

Temos o portfolio mais vasto desta indústria, desde as mais “pequenas” DesignJet, passando pela nossa linha de impressoras com tecnologia de impressão Latex, pelas prensas digitais Indigo até às soluções industriais Pagewide.

O nosso objetivo é transformar o mercado, obviamente com soluções tecnológicas, mas trabalhando em conjunto com os nossos clientes, ajudando a criar valor, a desenvolver novos métodos e soluções. Em cada um destes mercados procuramos ser a referência e liderar pela inovação e confiança.

Que novidades destacam do vosso portefólio?

Em mercados tão distintos, por vezes é injusto destacar um ou outro produto, mas neste último ano lançámos a nossa gama de impressoras Latex Série R, para impressão em materiais rígidos ou a nossa gama de impressoras para sublimação HP Stitch.

Mas a inovação não se resume apenas a produto. Por exemplo, estamos a lançar uma solução de outsourcing de serviços de impressão de grande formato – para os nossos equipamentos DesignJet – com pagamento por click, que é realmente disruptora, indo de encontro às necessidades dos nossos clientes nesse segmento.

Acreditamos que a médio prazo este tipo de soluções contratuais serão tão comuns como no mundo da impressão de escritório A3 e A4.

De que forma tem evoluído o negócio em Portugal?

Em linha com a estratégia global, a Divisão de Artes Gráficas é um segmento estratégico de crescimento no nosso país, e os resultados têm sido bastante positivos. O mercado português está a crescer e a HP tem alimentado essa evolução.

Isso deve-se a quê?

Bons produtos, fruto de uma experiência acumulada de mais de 30 anos neste mercado, confiança dos nossos clientes na nossa tecnologia e na nossa estrutura de suporte local, e uma excelente rede de parceiros de negócio, capazes de atuar com prontidão e com a proximidade que o mercado português exige.

Acreditamos que temos os melhores parceiros da indústria, quer pelo seu know how técnico, quer pela sua experiência comercial, com a capacidade de complementar os nossos produtos com outras soluções, de forma a oferecer um ecossistema completo de ofertas.

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Que análise fazem do mercado da impressão digital de grandes formatos a nível global?

Globalmente, o mercado de impressão digital continua a crescer, seja pela contínua transformação para o digital, seja pela criação de novas aplicações. Em alguns segmentos o mercado está a atingir alguma maturidade, pelo que a busca pela otimização de custos e melhoria de métodos de trabalho é uma realidade.

A HP está a fazer uma aposta muito forte também na oferta de Serviços nesta área, precisamente para acompanhar os nossos clientes neste desafio.

Paralelamente, as preocupações com o impacto ambiental desta Indústria começam a ganhar cada vez mais relevância e nesta área a HP tem um ADN e uma História que falam por si.

E em Portugal?

Portugal continua a ser um mercado com apetência pela inovação tecnológica. O mercado português está a viver um bom momento, quer a nível de equipamentos, quer no número de páginas impressas.

É normal esperar alguns fenómenos de consolidação ao nível dos fornecedores de serviços de impressão, no sentido da otimização de custos pela criação de economias de escala, mas também pela criação de valor, com novas ofertas e maior integração.

O que podemos esperar para os próximos meses?

Este é um ano de Drupa, e esse é um fator sempre incontornável na Indústria de Artes Gráficas. Obviamente temos novidades importantes para apresentar nesse âmbito e tal como em 2016, voltaremos a ter uma presença impressionante. Mas embora este seja um evento de referência, não deixaremos de seguir a nossa filosofia de constante inovação, temos novidades para anunciar durante todo o ano de 2020.

Estão previstas novidades para a Fespa, que decorre em Madrid?

Neste momento não posso ainda revelar se há novidades, mas posso garantir que voltaremos a ter uma presença forte a nível de produto e soluções, tal como em edições anteriores. Entendemos que estas são excelentes oportunidades de estar junto dos nossos clientes, de identificar desafios e oportunidades e tendo em consideração que a Fespa deste ano se realiza em Madrid, estou certo de que será possível a presença de muitos portugueses.