A Suzano está a reforçar o uso de inteligência artificial, imagens de satélite, câmaras de monitorização e drones na prevenção e combate a incêndios florestais nas áreas onde opera.

A estrutura combina diferentes sistemas para detetar sinais de fumo, confirmar ocorrências e apoiar a mobilização das equipas de combate. De acordo com a empresa, o tempo médio entre a deteção de uma ocorrência e a mobilização das equipas é atualmente de 35 minutos.

Nos últimos três anos, 85% dos incêndios registados foram controlados antes de evoluírem para ocorrências de maior impacto.

Entre as tecnologias utilizadas encontram-se câmaras instaladas em torres de vigilância, apoiadas por sistemas de inteligência artificial capazes de identificar automaticamente sinais de fumo e emitir alertas.

“Enquanto o satélite oferece uma ampla cobertura, as câmaras permitem uma vigilância contínua, a inteligência artificial acelera a identificação e os drones apoiam a confirmação no terreno”, explicou Beatriz Sancho, da equipa de Inteligência Patrimonial da Suzano.

A empresa está também a avaliar o recurso a satélites de baixa órbita, drones de longo alcance equipados com câmaras térmicas e equipamentos para abertura remota de aceiros, com o objetivo de reduzir a exposição dos operadores em zonas de risco.

A componente tecnológica é complementada por equipas de brigadistas, ações de sensibilização junto das comunidades e pelo Plano de Auxílio Mútuo, que articula recursos com entidades públicas, empresas e instituições locais.