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A Intergraf apela às empresas gráficas para que se preparem para um futuro em que a eficiência de recursos e a sustentabilidade são essenciais.

“O sector gráfico europeu já está equipado com uma ferramenta sólida e harmonizada para avaliar a pegada de carbono dos nossos produtos: as recomendações da Intergraf sobre o cálculo das emissões de CO2 na indústria gráfica. Estas recomendações foram publicadas pela primeira vez há mais de uma década em 2010. O nosso sector tem-se focado na redução da pegada de carbono dos nossos produtos e continuamos a demonstrar a credenciação ambiental da nossa indústria, apoiando essas ferramentas, bem como o nosso compromisso com um futuro sustentável”, referiu a federação de associações da indústria gráfica, em comunicado.

A associação atualizou as recomendações relacionadas com o cálculo das emissões de CO2 na indústria da impressão, primeiro publicadas em 2013. Baseiam-se no Protocolo Internacional das Emissões com Efeito de Estufa e identificam 13 parâmetros que abrangem 95% de todas as emissões de um processo de impressão ou de um produto acabado.

"A proteção do ambiente é uma questão particularmente importante para as gerações mais novas, que em breve irão compor a maior parte da nossa mão-de-obra", relembra Beatrice Klose, Secretária-Geral da Intergraf, afirmando que as questões da sustentabilidade são essenciais para os colaboradores e para os clientes.

climateCalc

Com base nas recomendações, foram desenvolvidas calculadoras de emissões de CO2. Estas foram entre as primeiras calculadoras específicas da indústria a serem induzidas no mercado. A ClimateCalc, por exemplo, dá uma perspetiva de ciclo de vida para fornecer informações exatas sobre o impacto climático de produtos gráficos individuais produzidos na Europa. Tem em conta os dados sobre as matérias-primas usadas para criar o produto, bem como sobre a empresa gráfica que o produz. O sistema está disponível em várias línguas e é utilizado em 17 países.