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Arjowiggins vende Casting Papers à Favini

castingA Arjowiggins assinou um acordo com o grupo italiano Favini para a venda do negócio Casting Papers incluindo o equipamento de acabamento por um total de 26.5 milhões de euros.
A transacção também envolve um acordo de exclusividade em que a Arjowiggins Creative Papers vai fornecer papel por um período mínimo de cinco anos. A transacção deve ser concluída em Dezembro.
O negócio da Casting é parte integrante da divisão de papel da Arjowiggins Creative Papers, gera vendas anuais de 33 milhões de euros e emprega 15 funcionários. Os produtos Casting são produzidos na fábrica de Stoneywood, no Reino Unido e são utilizados para a produção de pele sintética nas indústrias automóvel, de moda e de mobiliário.

A venda é consistente com a estratégia consolidação da indústria de papel e as receitas provenientes vão ajudar a reduzir a dívida do Grupo de Sequana.

Comentando sobre a venda, Pascal Lebard, CEO da Sequana e presidente da Arjowiggins, disse: "O papel Casting é um sector em que o tamanho é a chave. Ao vender esse negócio à Favini, estamos a permitir que se desenvolva e cresça como parte de um grupo que vai ser um jogador de liderança neste mercado. Além disso, o acordo exclusivo para fornecer papel base e papel revestido permitirá continuar aproveitando a experiência técnica e industrial das nossas equipas ".

Rottneros desloca sede para a fábrica de Vallvik

A sueca Rottneros vai mudar a sede de Estocolmo para a fábrica de Vallvik, uma das duas fábricas de pasta do grupo. “No nosso último relatório interino alertámos para as mudanças que se iniciaram recentemente. Considero que é vital manter a gestão do grupo o mais próximo possível da base de operações e a deslocação da sede para a fábrica de Vallvik é um passo lógico” afirma Carl-Johan Jonsson, presidente e CEO da Rottneros.

rottneros vallvik

O grupo produz cerca de 400 mil toneladas anuais de pasta em ambas as fábricas que tem na Suécia.

Resultado líquido do grupo Europac aumenta 163%

O Grupo Europac divulgou os resultados correspondentes ao terceiro trimestre do ano, com um aumento de 11% na facturação, o que corresponde a 804,49 milhões de euros e um crescimento do EBITDA recorrente de 20%. O terceiro trimestre do ano caracterizou-se pelo aumento do volume de vendas em todas as áreas de negócio e pela melhoria dos preços de venda de papel reciclado e do papel kraftliner, enquanto a descida do resultado da área de negócio da embalagem esteve directamente relacionada com o aumento do custo das matérias-primas. Em Portugal, a fábrica de Viana do Castelo, a única a produzir papel kraftliner, registou um aumento de 19,7% nas vendas agregadas que atingiram os 173,7 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano.

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A área portuguesa de gestão de resíduos registou uma evolução positiva de 5,8%, com vendas agregadas de 21,1 milhões de euros e, na área de cartão, as vendas agregadas deslizaram 1,6% para 79,1 milhões de euros. No total, as unidades da Europac em Portugal foram responsáveis por vendas agregadas de 364,4 milhões de euros, uma subida de 11,6% face aos primeiros nove meses de 2012.

Sobre a actividade na área da energia, Enrique Isidro, conselheiro delegado da Europac afirma que “a evolução favorável dos resultados do terceiro trimestre foi novamente condicionada pelos efeitos negativos das reformas energéticas no mercado espanhol de Dezembro de 2012 e Julho de 2013, que se traduziram numa diminuição da competitividade na Europa do papel reciclado produzido em Espanha”.

A actividade da área de negócio de gestão de resíduos durante os primeiros nove meses de 2013 foi marcada pelo aumento do volume de vendas em todas as unidades que, em conjunto, alcançaram um crescimento de 16,7%. Este aumento de volume compensa parcialmente a deterioração da margem do mix de toneladas processadas sem evitar uma ligeira descida do EBITDA.

O papel kraftliner mantém a tendência positiva iniciada em 2012 devido à melhoria dos preços de venda e ao aumento do volume de vendas sendo de realçar o crescimento da produção de 9,3% graças à melhoria da eficiência da máquina de Viana do Castelo, em Portugal. O consumo de energia e a estabilidade das expedições de papel kraftliner para o mercado europeu também contribuíram para o comportamento positivo desta área de negócio

O resultado do papel reciclado também melhorou significativamente devido à estabilidade do preço da matéria-prima durante os últimos trimestres, que permitiram realizar uma gestão mais eficiente do ponto de vista comercial e operacional num contexto de procura sólida e com os stocks europeus em baixa.

O EBITDA da área de negócio da energia cresceu 23% em Portugal em resposta ao aumento da produção de papel, mas em Espanha retrocedeu 53% devido ao impacto negativo das reformas energéticas implementadas em 2013. De acordo com a reforma energética de Dezembro de 2012 e com a informação disponível até à data da reforma divulgada em Julho deste ano, estima-se que o impacto negativo no mercado espanhol a 31 de Dezembro de 2013 será de 6,7 milhões de euros.

Na área de negócio do cartão, o volume de vendas cresceu 2,2% face aos primeiros nove meses de 2012, sem ter em conta a incorporação da Europac Cartonnerie de Bretagne, no passado mês de Março. Prevê-se que a dificuldade em transferir para o mercado o aumento do preço da matéria-prima, que tem estado a afectar os resultados desta área de negócio nos últimos meses, se converta numa melhoria das margens no último trimestre do ano.

Papel HP vai ser fabricado na Índia

A International Paper vai fabricar o papel de cópia HP premium com a tecnologia Colorlok na fábrica indiana de Rajahmundry, a Andhra Pradesh Paper Mills Limited (APPM).

colorlokimage popup
A International Paper instalou recentemente uma nova máquina que permite a produção desse papel. A papeleira tem um contrato global de exclusividade com a HP, para a produção do papel de cópia, desde 1996. O papel office da HP está presente em mais de 52 países.

Novo guia de preços para papel Fedrigoni

fedrigoni guia precosA Fedrigoni quer facilitar o processo de escolha de um papel para um determinado trabalho. Com isso em mente, acaba de lançar o novo Guia de Preços de Fedrigoni, desenvolvido em conjunto com a agência de comunicação PalauGea.

De que tipo de papel precisa o meu projeto? Quanto custa esse papel? Qual é o preço deste? Está dentro do meu orçamento? Este tipo de perguntas pode surgir durante o processo criativo de um projeto e, na Fedrigoni, queremos facultar-lhe as respostas
da forma mais funcional e cómoda possível” refere a empresa em comunicado.

Cada referência está distribuída por colunas, tal como uma escala de euros. Para saber o preço de uma referência basta localizar o papel pretendido. Para solicitar o guia, envie e-mail para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..">Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.. O guia tem um formato de tríptico e foi impresso no papel Materica Clay de 250 g. Para protecção conta com uma bolsa produzida no Imitlin E/R55 Aida Blu Intenso 125 g.

Milionário russo investe em fábrica de papel kraft

alexei mordashovO grupo SVEZA, um dos principais players do mercado russo, propriedade do bilionário Alexey Mordashov, anunciou que vai investir dois biliões de dólares, cerca de 1,47 milhões de euros, na construção de uma fábrica de kraft na região de Vologda. O projecto deve ser estabelecido na base de uma parceria público-privada e deverá criar cerca de 5.000 novos postos de trabalho. A produção estimada da fábrica será de um milhão de toneladas por ano.
Alexei Mordashov confirmou ainda que a nova fábrica vai especializar-se na produção de pasta de kraft branqueada e vai utilizar tecnologias amigas do ambiente, assim como cumprir com as regulações para as descargas de água.

Sappi expande oferta de papéis especiais

Para os vizinhos da fábrica Alfeld, da Sappi, ver como um dos maiores guindastes na Europa subiu um cilindro de 138 toneladas e 6,5 metros de diâmetro, foi um grande evento. Para Stefan Karrer , gerente de fábrica, marcou o início de uma das fases mais importantes do projeto de investimento de 61 milhões de euros para transformar a máquina de papel PM2 num dos maiores equipamentos para fabricar papel especial.

Sappi PM2 A final

O projecto de reforma da PM2 envolve reduzir, por ano, 150 mil toneladas de capacidade de produção de papel estucado sem pasta de madeira e aumentar a produção de papéis especiais para embalagens em 135 mil toneladas por ano. Antes desta transformação , a produção era dividida em 45% de papéis para impressão e de 55% de papéis especiais . O objectivo é que seja uma produção a 100% de papeis especiais.

 

"Este é o maior investimento feito em Alfeld nos últimos vinte anos", diz Stefan Karrer . "É um projecto ambicioso . Estamos a transformar a gama e o volume de produtos que podem ser fabricados numa papeleira com uma longa tradição. 61 milhões de € é um investimento muito grande . Mas analisámos minuciosamente o projecto e pensámos muito para que cada euros seja bem investido". Stefan Karrer diz que "a procura deste tipo de papel (genérico para impressão) tem baixado consideravelmente… 6% nos últimos anos. No entanto, as previsões de procura de papéis para embalagens mostram um crescimento de 3%."

A fábrica fundada em 1706 juntou-se à Sappi em 1992. Para além das suas cinco máquinas de papel, conta com instalações integradas de produção de pasta que utilizam madeira com origem local. A fábrica, com certificado pela OHSAS 18001 , ISO 14001, EMAS , ISO 9001, ISO 50001 e DIN EN 15593 , produz pasta química branqueada produzida inteiramente sem cloro para as suas próprias necessidades. A sua capacidade de produção atual de papéis revestidos sem pasta de madeira e papel especial estucado e não estucado é de 330 mil toneladas por ano.

 

Indústria do cartão ondulado reúne-se na Dinamarca

boardA 17 ª edição do Seminário Técnico FEFCO, European Federation of Corrugated Board Manufacturers, reuniu quase 800 representantes da indústria de cartão ondulado, no Bella Center, em Copenhaga, na Dinamarca, o que representa um aumento de 23% nas presenças.
A organização do evento da FEFCO desenvolveu um programa cujo objectivo era permitir acompanhar os desenvolvimentos da indústria e estar pronto para o futuro. O tema da conferência foi "A Fábrica de Cartão Ondulado de 2025», que se focou em factores-chave definidos da seguinte forma:

• Matérias-primas, desenvolvimentos futuros e como lidar com eles
• Tecnologia Defeito Zero, status e impacto sobre a indústria
• Eficiência na Produção

Os principais desafios identificados durante estes três dias foram: uma melhor utilização de recursos limitados, uma necessidade constante de redução de custos, um aumento da procura por zero defeitos na qualidade, a necessidade de mais inovação em design e maior qualidade de impressão, uma tendência para uma intervenção cada vez menos humana.

Portucel Soporcel: volume de negócios cresce 2,5%

portucel setubalA Portucel Soporcel atingiu, nos primeiros nove meses de 2013, um volume de negócios de € 1 137,2 milhões, traduzindo um crescimento de 2,5% em relação a 2012. Este desempenho deve-se essencialmente à evolução favorável do negócio de pasta, assim como ao incremento do negócio de energia.
No negócio do papel de impressão e escrita não revestido (UWF), as condições nos principais mercados do grupo permanecem difíceis, já que a débil situação económica e a manutenção dos elevados índices de desemprego continuam a reflectir-se no negócio. Verificou-se um decréscimo de cerca de 1% no volume de vendas de papel, o que, conjugado com um decréscimo de cerca de 3% no preço médio de venda do grupo, resultou numa redução aproximada de 4% no valor das vendas de UWF, nos primeiros nove meses de 2013. A redução no preço médio resultou essencialmente de três factores: a deterioração do preço de referência no mercado Europeu e Norte-americano (o índice do mercado Europeu recuou 1,4% face a período homólogo e o dos Estados Unidos 4%), a variação cambial e o peso acrescido dos mercados de fora da Europa no mix de vendas do Grupo.
O mercado da pasta branqueada de eucalipto (BEKP) tem-se mantido sustentado ao longo do ano, tendo o grupo registado um bom desempenho, quer ao nível dos volumes vendidos quer no que respeita aos preços. Deste modo, o volume cresceu cerca de 26%, resultante do excelente desempenho produtivo e da redução de stocks. O preço médio de venda ficou ligeiramente abaixo do verificado no período homólogo, tendo o índice de referência do PIX, FOEX BHKP em euros, registado um acréscimo de cerca de 4%.
Na área de energia, a produção bruta de energia eléctrica situou-se em cerca de 1.750 GWh, o que representa um incremento de mais de 23%. Tal como já referido, este valor não é comparável com o do ano anterior, já que inclui a produção da Soporgen. As vendas de energia totalizaram cerca de 1.600 GWh tendo o seu valor sido afectado negativamente pela redução na tarifa da cogeração da fábrica de Cacia, fruto das reduções já concretizadas pelo Governo nos preços de energia a partir de biomassa. Os custos registaram um aumento material nos primeiros nove meses de 2013, devido em grande medida à consolidação integral da Soporgen nas contas, que se reflectiu principalmente nos custos com o gás natural. Também se verificou um acréscimo nos custos de aquisição de madeira e de electricidade. Por outro lado, registou-se uma evolução favorável dos custos com pessoal.
Neste cenário, o EBITDA consolidado foi de € 260,1 milhões, o que representa uma redução de 8,0% relativamente a igual período do ano anterior e traduz uma margem EBITDA / Vendas de 22,9%, inferior em 2,6 pontos percentuais à registada no ano anterior. Os resultados operacionais situaram-se em € 183,7 milhões, menos 13,9% que no ano anterior. Importa, no entanto, referir que os resultados operacionais nos primeiros nove meses de 2012 foram positivamente influenciados pela reversão de provisões num montante de cerca de € 9,5 milhões. Os resultados financeiros foram negativos em € 15,7 milhões, comparando com um valor também negativo de € 12,9 milhões em 2012. O agravamento dos resultados financeiros deve-se em grande medida ao aumento da dívida bruta, para garantir uma flexibilidade financeira adequada, através da manutenção de elevados níveis de liquidez, e à diminuição da taxa de remuneração da liquidez excedentária. O resultado líquido consolidado do período situou-se em € 149,7 milhões, menos 6,5% que no período homólogo do ano anterior, positivamente impactado pela reversão de provisões de cariz fiscal e pelo reconhecimento de incentivos fiscais, apesar de se manter uma taxa efectiva de imposto corrente de cerca de 23%.

Antalis relança web

antalis ptDepois de algum tempo em remodelação, a Antalis relançou a sua página web, disponível em www.antalis.pt. “Um sócio online que ajuda os clientes da Antalis a fazer crescer o seu negócio” é assim que a empresa descreve a funcionalidade do site, disponível 24h por dia, sete dias da semana, com “informação detalhada e assessoramento sobre os seus produtos e serviços, o que lhes proporciona uma vantagem competitiva. Graças a diferentes perfis de negócio, cada utilizador pode encontrar informação do seu interesse sobre tendências, ofertas especiais e produtos recomendados, assim como aplicações específicas com recomendações a ter em conta ao iniciar um projecto. Deste modo, cada cliente é guiado até uma selecção de soluções perfeitamente adaptadas às suas necessidades e prioridades particulares” divulga a marca em comunicado.