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MasterPass: pagamentos online mais seguros?

Ler mais...Quem opera no negócio do web-to-print deve estar a par das várias formas de pagamento para compras online. O serviço MasterPass surge da colaboração da MasterCard e da Worldine, sendo uma plataforma digital que simplifica as compras online feitas a partir de dispositivos conectados, incluindo PCs, touchpads e smartphones. Com o MasterPass deixa de ser necessário que o consumidor tenha que introduzir dados detalhados do seu cartão para efectuar compras on-line.

Os consumidores podem armazenar de forma segura MasterCard e outros cartões de crédito, de débito ou informações de cartão pré-pago, livros de endereços e muito mais. Esta simplificação do processo de compra que inclui também todas as garantias de um pagamento com cartão, vem permitir a e-comerciantes aumentar a taxa de transformação e impulsionar o desenvolvimento do m -commerce.

Esta solução irá, numa segunda fase, permitir que os comerciantes possam oferecer aos seus clientes o pagamento com MasterPass, incentivando-se assim a convergência de experiências de pagamento usando novas tecnologias como NFC, flashcode ou código QR.

A partir de Novembro de 2013, MasterPass ™ estará disponível em plataforma de pagamento online da Worldline; uma plataforma cross-channel.
"Enquanto subsidiária ATOS especializada em pagamentos eletrónicos e serviços transacionais, o nosso objetivo é oferecer aos nossos clientes uma solução que irá melhorar as suas experiências de compras, tanto online como offline ", declarou Xavier Brucker, Chefe de pagamentos multicanal da Worldline”. "Nós compartilhamos com a MasterCard a mesma visão para o futuro do comércio, o que implica soluções de pagamento inovadoras".

Régis Folbaum, CEO da MasterCard França, comentou: " Esta parceria com a líder mundial Worldline vai acelerar a adopção de MasterPass ™ em França e na Europa, uma vez que irá aumentar o número de comerciantes a adoptar esta solução prática, rápida e segura. Com MasterPass ™ os comerciantes vão melhorar muito a experiência de compra online e na loja dos seus clientes. MasterPass ™ é, sem dúvida, o futuro dos pagamentos electrónicos ".

Trabalhadores sem plano de evolução profissional definido

A Universia, a rede de universidades presente em 23 países ibero-americanos, e o Trabalhando.com, uma comunidade laboral formada por uma rede de sites associados lançaram o quinto inquérito de emprego de 2013. Trata-se de um estudo realizado com o objectivo de conhecer as impressões dos universitários em relação à formação e trabalho.

O estudo revela que 78% dos trabalhadores não tem um plano de evolução profissional definido com o seu chefe. Note-se que 48,1% dos inquiridos trabalha actualmente, entre os quais 87,4% trabalha sob dependência hierárquica.

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Quanto ao grau de satisfação relativo à formação dada pela empresa, o cenário divide-se. Por um lado, 84% considera que aprende profissionalmente com o ritmo de actividade da empresa onde trabalha. Por essa razão, 30% desse grupo mostra-se satisfeito com a formação recebida. No entanto, 16,3% indica o contrário, razão pela qual 28% dos inquiridos se revela insatisfeito.

Outra das questões recorrentes nas empresas, sobretudo em matéria de recursos humanos, prende-se com a responsabilidade da formação, ou seja, se compete ao empregado ou ao empregador. A maioria dos empregados (55%) considera que se a empresa oferecer, melhor, embora considerem que a iniciativa deve ser do próprio empregado. Seguem-se os que consideram que a formação deve ocorrer no exercício da função (27%) e não necessariamente mediante formação complementar.

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Por seu lado, 18 % dos inquiridos considera que deve ser o empregado quem deve propor a formação, bem como financiá-la. A percentagem reduzida coincide com aqueles que indicaram ter elaborado um plano de carreira com o seu chefe (22%), em contraste com que não o fez.


No momento de escolher entre as diversas competências profissionais as que mais se gostaria de desenvolver, os entrevistados concentram-se em três questões claramente focadas no desenvolvimento profissional e pessoal: criatividade e mudança (23%), línguas (21%) e gestão (20%). Como pode essa formação ser realizada? A maioria dos entrevistados (65%) considera estar ligada ao bom desempenho, bem como à capacidade de manter uma comunicação fluída com os seus superiores, de forma a que entendam as aspirações dos empregados.

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Bernardo Sá Nogueira, Director-geral do Universia Portugal e do portal trabalhando.pt, salienta a importância deste estudo, “é importante que as empresas compreendam as expectativas dos seus colaboradores, de forma a criarem medidas de envolvimento e de satisfação laboral, o que terá repercussões imediatas na prosperidade das empresas e na economia do país”.


A nível global:
Participaram neste estudo 5.867 pessoas, de 10 países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México, Peru, Portugal, Porto Rico e Uruguai. Entre os inquiridos portugueses, verifica-se que a presença feminina (64%) prevalece sobre a masculina (36%).

Quanto à idade, 73% tem mais de 27 anos, seguido de 25% entre 21 e 26 anos. O perfil da maioria dos entrevistados indica possuir um mestrado/pós-graduação/doutoramento (40%), seguido de universitários (31%).

Os dados revelados pelos portugueses são, na generalidade, semelhantes aos dos estudantes internacionais, embora a percentagem de inquiridos portugueses satisfeitos com a formação proporcionada pela empresa onde trabalha seja mais elevada (73%) do que a média dos restantes países (63%). Para além disso, relativamente as competências profissionais que mais gostariam de desenvolver, os portugueses salientam em primeiro lugar a criatividade e mudança (23%), enquanto os restantes países apontam a gestão como prioridade (21%).