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DirectSmile lança versão 6 do Cross Media

A DirectSmile, está a lançar a sexta versão do software Cross Media. A nova versão permite a realização de projectos multi-canal sofisiticados e integração com sistemas de CRM. Além disso, expande as capacidades de web-to-print para permitir a configuração na web em tempo real.

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A empresa especializada na personalização de imagens e fornecedora de software para automação de marketing diz que a nova solução permite o acesso simples aos sistemas de CRM para utilizá-los em qualquer campanha ou aplicação. É ainda possível criar websites que incluem o tracking de leads, ferramentas SEO e gestão de conteúdos.

A DirectSmile afirma que a solução permite que os prestadores de serviços gráficos expandam os negócios web-to-print, que beneficia do Web2Print Editor, uma ferramenta baseada em HTML para o utilizador final, que permite uma produção personalizada. Os clientes, ao comprar cartões-de-visita, por exemplo, podem, além de personalizar o design existente, criar os seus próprios layouts.

Capas originais podem ajudar venda de livros?

Ler mais...Chang-Rae Lee é o autor do livro On Such a Full Sea, que inova por ter uma edição limitada onde as caixas dos livros são em relevo e produzidas com impressoras 3D. A editora Riverhead Books afirma ser "a primeira capa removível de sempre impressa em 3D". Poderão ser as capas originais a salvação do livro físico face à proliferação do e-book?


A capa surge de uma colaboração com a Makerbot, e foi produzida em impressoras 3D, resultando numa caixa branca com as letras salientes. A ideia era inovar no mundo editorial, algo que Helen Yentus, a directora de arte da editora, diz ter sido conseguido. Cada caixa demorou 15 horas em produção, com alguns protótipos a demorar 30 horas para ver a luz do dia. O autor do livro vai mais longe e diz que, devido às dificuldades do mundo editorial, a caixa do seu livro reintroduz o livro como uma obra de arte.

Helen Yentus afirma: uma possível salvação. "Com estas edições especiais, não posso garantir a 100%, mas acho que estamos a criar um objeto físico que as pessoas gostariam de manter e ter, provavelmente, como resposta ao crescimento do e-book".

Custo e segurança são maiores preocupações relacionadas com mobilidade

Ler mais...Com as empresas a navegar um novo cenário de negócios, a mobilidade desempenha um papel importante no futuro de muitas organizações. Há a tendência para a utilização da tecnologia pessoal de um profissional, o "Bring Your Own Device" (BYOD), ou para a empresa fornecer dispositivos móveis. Um novo estudo da InfoTrends mostra mais de 50% dos entrevistados têm iniciativas BYOD e/ou empresa fornece para dispositivos móveis.

As empresas agora correm o risco de desenvolver e apoiar uma série de projectos fraturados que podem levar à confusão e pouca ou nenhuma integração real. Os entrevistados observaram que o custo é um grande inibidor para a integração de soluções móveis para o seu fluxo de trabalho. Isso é especialmente verdadeiro para o ensino superior e entrevistados de negócios em geral .

Como os fornecedores e prestadores de serviços continuam a empurrar os limites das suas ofertas tradicionais , as empresas estão a procurar maneiras de assimilar a solução móvel na infra-estrutura de negócios. A InfoTrends espera, por isso, um enorme aumento nas soluções móveis nos próximos 12 meses, altura em que as questões relacionadas com segurança vão ser abordadas e ser alvo de processos de negócio.

Inovações da Adobe geram fortes resultados financeiros

Ler mais...A Adobe divulgou os resultados financeiros do quarto trimestre e do ano fiscal, que terminou a 29 de Novembro de 2013. A Adobe registou 1,04 mil milhões de dólares em receitas, dentro dos valores projectados pela empresa e fechou o quarto trimestre com 1 milhão e 439 mil subscrições pagas da Creative Cloud, um aumento de 402 mil quando comparado com o número de subscrições no final do terceiro trimestre do ano fiscal de 2013 e a adopção da Creative Cloud por parte de empresas foi mais forte do que o esperado.

As Receitas Anuais Recorrentes (RAR) da Creative aumentaram para 768 milhões de dólares, enquanto que a totalidade das RAR de Digital Media aumentou para 911 milhões de dólares. A Adobe Marketing Cloud obteve uma receita trimestral de 316,2 milhões de dólares, representando um crescimento de 38% ano-após-ano. A Adobe alcançou receitas de 4,06 mil milhões de dólares, tendo gerado 1,15 mil milhões em cash flow operacional durante o ano.

PMEs mais perto da digitalização documental

Ler mais...As pequenas e médias empresas (PMEs) em toda a Europa estão a progredir mais rapidamente do que as grandes organizações no percurso de transformação digital, de acordo com um estudo patrocinado pela Ricoh Europa. Quase dois terços das PMEs (66%) esperam digitalizar os restantes documentos em suporte físico ao longo dos próximos três anos, em comparação com menos de metade (46%) das grandes empresas. Além disso, 78% dos líderes de PMEs afirmaram que os colaboradores podem trabalhar em documentos a partir de qualquer dispositivo móvel comparativamente com 69% nas grandes empresas.

A transformação digital permitirá às PME crescerem no futuro de uma forma mais produtiva e mais ágil com um modelo de negócio no qual a partilha de conhecimentos entre colaboradores será reforçada, e com o qual será possível dar uma melhor resposta às necessidades dos clientes.

No entanto, o estudo revela também uma área de risco para as PMEs – os seus colaboradores apresentam uma maior probabilidade (62%) de utilizarem dispositivos pessoais para armazenar informações, comparativamente com 55% nas grandes empresas, sendo ainda assim este um valor elevado.

A presença de mais iWorkers no futuro - colaboradores de confiança, altamente qualificados e que têm acesso, 24 horas por dia, sete dias por semana, a todas as informações de que necessitam para dar resposta às necessidades da sua empresa e dos seus clientes – é uma das medidas que poderia impedir tais impactos. O estudo revela que os líderes de PMEs estimam que, em 2018, a maioria dos seus colaboradores se enquadre na definição de iWorker.

David Mills, COO da Ricoh Europa afirma, “As PME mais inovadoras têm agora uma excelente oportunidade. Ao fomentarem ainda mais a digitalização dos documentos cruciais para o negócio e ao otimizarem os seus processos terão mais rapidamente acesso às informações. Mais ainda, ao fazê-lo aumentarão a produtividade pois estarão a gerir os conhecimentos de uma forma mais eficiente. Serão também mais ágeis no contexto de trabalho em constante mudanças e mais eficientes na resposta às necessidades dos clientes e na partilha de conhecimentos entre colaboradores. Com estas bases será possível criar uma cultura de partilha de informações que irá atrair e promover a retenção de mais iWorkers de modo a melhor conduzir os negócios no futuro”.

O estudo revela também que, hoje em dia, os líderes das PMEs acreditam que a sua atual incapacidade de aceder a documentos e outros sistemas de informação importantes a partir de dispositivos móveis é um dos dois principais entraves no que se refere a uma verdadeira partilha de informações.

Assim, embora estejam otimistas relativamente à total digitalização das suas operações empresariais nos próximos três anos, estas visões adicionais sugerem que ainda é necessário rever e otimizar muitos processos fundamentais e fluxos de trabalho para, no futuro, dar uma melhor resposta às necessidades das empresas e dos colaboradores.

De modo a fomentar ainda mais a digitalização as PME devem assegurar a revisão das suas atuais tecnologias e devem otimizar as suas formas de trabalhar para conseguir usufruir ao máximo dos mesmos. De facto, todos os líderes empresariais classificaram a otimização de processos documentais cruciais (revisão da forma como trabalham nas principais interações empresariais) como a atividade impulsionada pela tecnologia com maior impacto positivo no crescimento do negócio.

Novo Microsoft Dynamics NAV apresentado em Portugal

Ler mais...A ITEN e a Microsoft apresentaram a mais recente versão do Microsoft Dynamics NAV, a solução de gestão, adaptada ao nosso país. A nova versão traz novas funcionalidades, desenvolvidas em conjunto com especialistas do sector, ao nível contabilístico, legal e fiscal, as quais irão permitir a aceleração dos projectos. 
“Desde a génese do projeto ITEN que definimos como um vetor prioritário do nosso trabalho o reforço da parceria estratégica com a Microsoft, algo que temos vindo a consolidar. Este é mais um importante passo nesse sentido, e pretendemos com esta parceria trazer todos os parceiros que trabalham com Microsoft Dynamics NAV para esta parceria”, afirma Jorge Queiroz Machado, CEO da ITEN, reforçando ainda que “em resultado da aposta internacional da ITEN, propomos-mos também com esta parceria apoiar os processos de internacionalização dos parceiros.”
De acordo com Mauro Xavier, Diretor Executivo Parceiros e Soluções na Microsoft Portugal, “Esta parceria é para a Microsoft motivo de elevada satisfação, pela qualidade da equipa da ITEN e pela capacidade de proporcionar uma base forte de apoio para o desenvolvimento de negócio dos parceiros Microsoft NAV.”

Google e CIS lançam guia para segurança online

Ler mais...A Google e o Centro Internet Segura associaram-se para criar um guia para segurança e protecção online «É Bom Saber» em versão portuguesa. O material disponível nesta publicação aborda temas chave da protecção online como palavras-passe, roubo de identidade e esquemas fraudulentos, a importância de bloquear o ecrã e/ou dispositivos e utilizar redes seguras e dá ainda a conhecer as ferramentas de segurança e privacidade da Google.

O Centro Internet Segura procederá à distribuição de 20.000 exemplares desta publicação, através da sua rede de parceiros e das acções de sensibilização que dinamiza por todo o país.
Para informação complementar, consultar o guia “É bom Saber”, em www.internetsegura.pt ou www.google.pt/goodtoknow.
O Centro Internet Segura, a operar desde 2007, é da responsabilidade de um consórcio coordenado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, IP, e que assegura a representação portuguesa na INSAFE - rede europeia de cooperação dos projectos que promovem a sensibilização e a consciencialização para uma utilização mais segura da Internet pelos cidadãos, financiada pela Comissão Europeia.

Pixartprinting abre cinco novas lojas

Ler mais...Localização e personalização. Este é o caminho idealizado e percorrido pela Pixartprinting para a conquista de novos mercados que se vê realizado com a inauguração de cinco novas lojas online na Roménia, Holanda, Suécia, Rússia e Polónia, para um total de 11 “negócios virtuais”, que utilizam a mesma língua que muitos outros países. “Estamos a trabalhar em estratégias de geomarketing, desenvolvendo abordagens diferentes consoante os hábitos de consumo de clientes individuais.” – conta Andrea Pizzola, Director de Vendas e Marketing da Pixartprinting – “De facto, existem culturas, tipos de compra, horários, mas também necessidades e regulamentações diferentes para cada país. E para suportar a nossa expansão além-fronteiras, é fundamental conhecer profundamente, e responder de maneira eficaz às suas necessidades específicas”.

Para que a empresa fale a língua dos clientes, a Pixartprinting criou, ao longo dos anos, lojas online com domínios locais, fluxos de trabalho dedicados e serviço de apoio ao cliente na sua língua materna. Para além disso, para os países caracterizados por serem bi ou trilingues, como a Bélgica e a Suíça, foi programado o acesso directo à língua predominante através do IP da região de origem.

Outro bem de grande importância é a constante actualização da loja online que mais uma vez gira em torno do cliente, e para isso a empresa introduziu o Reevoo. O Reevoo permite aos clientes visualizarem as opiniões expressas por outros clientes, onde os comentários são certificados por uma terceira parte, logo de confiança. Apesar de estar apenas há poucos meses activo na loja online italiana, já conta com mais de 3.200 comentários, com um grau de satisfação geral de 96%. Encontra-se actualmente em fase de implementação na França, Espanha, Portugal e Alemanha, mas o Reevoo será introduzido aos poucos em todas as lojas da Pixartprinting.

“A forte concorrência neste mercado é para nós um grande estímulo, forçando-nos a desenvolver estratégias à sua altura – continua Andrea Pizzola – “E neste caso, a receita baseada na sua localização e personalização revelou-se bem-sucedida”. O próximo desafio para a Pixartprinting? A conquista da Roménia, Holanda, Suécia, Rússia e Polónia.

Indústria gráfica brasileira confiante na copa e nas eleições

Ler mais...O ano de 2014 vai trazer eleições ao Brasil além do Mundial de Futebol. As empresas gráficas estimam um crescimento de 2% na facturação das empresas devido aos dois acontecimentos que vão dinamizar o país.

Júlião Gaúna, presidente do Sindigraf/MS (Sindicato das Indústrias Gráficas de Mato Grosso do Sul), e da Abigraf /MS (Associação Brasileira da Indústria Gráfica de Mato Grosso), afirma que apesar da situação se manter semelhante a 2013 deve haver uma pequena melhora devido a ambos os acontecimentos: “a indústria começou a encaminhar os negócios para a impressão digital e também a procurar novos mercados, principalmente, na área de produção de formulários promocionais on demand, tentando adaptar-se ao mercado e a ser produtivo nesse período. Além disso, os dois grandes eventos devem contribuir para alavancar o segmento no Estado”.

Estudo revela ineficiências nos processos de trabalho dos colaboradores

Ler mais...Um estudo da Lexmark revela que as empresas a operar processos manuais têm maiores ineficiências, incluindo baixa produtividade e ciclos mais lentos de input de dados.

 

Os colaboradores inquiridos afirmaram completar tarefas administrativas como preencher contratos, processamento de encomendas e inserção de dados de cartões de visita em bases de dados e livro de endereços de forma manual em vez de o fazerem através de um processo automatizado. Dos questionados, 59% acham que os processos para completar tarefas administrativas na empresa são demasiado complicados, afirmando que há muitos passos envolvidos. Um terço dos inquiridos gasta três horas ou mais por semana só em tarefas administrativas. Além disso, 70% pensam que este tempo aumentou nos últimos cinco anos, apontando que as empresas estão com isso a gastar tempo valioso das equipas.

“O nosso estudo é uma chamada de atenção para as empresas em toda a Europa. Os resultados mostram que muitas empresas vivem numa ‘era digital negra’, não retirando partido das tecnologias disponíveis para apoiar a produtividade dos colaboradores e os fluxo de trabalho no geral”, afirma Juan Leal Cárdenas, Diretor Geral da Lexmark Ibérica. “Se as empresas não querem ficar para trás necessitam de olhar para os processos automatizados e otimizados por forma a conseguir mais eficiência no trabalho, incluindo a sua abordagem às tarefas administrativas diárias”.

O estudo sublinha ainda que, a nível pessoal, as equipas ponderam eliminar formas antiquadas e pouco produtivas de trabalhar. Perante a pergunta “qual é o maior problema associado aos processos administrativos manuais?”, 50% respondeu que “demoram muito tempo a ser completados”.

Porém, há outras implicações para o negócio além da produtividade. Um quarto dos inquiridos indicaram que o seu maior problema com os processos de administração manual é a sua propensão ao erro. Além disso, quase dois terços dos trabalhadores europeus inquiridos experienciaram uma situação na qual um erro proveniente de uma tarefa de administração manual custou dinheiro à empresa.

Mais teclas digitadas traduz-se em custos de inserção de dados, mais erros e ciclos de input de dados mais lentos. Isto pode ter impacto direto nos resultados dos negócios. Se uma factura não é enviada correctamente, essa situação pode levar ao atraso nos pagamentos, à duplicação de pagamentos ou a outras situações mais graves que necessitam de ser resolvidas. Isto pode, inclusivamente, resultar numa quebra da relação com o cliente, vendedor ou fornecedor. Assim, a empresa deve rever a sua abordagem relativamente aos dados corporativos e à forma como estes são manuseados nas tarefas diárias.

A Lexmark inquiriu 714 trabalhadores de escritórios em 12 países, incluindo Bélgica, França, Alemanha, Hungria, Itália, Holanda, Portugal, África do Sul, Espanha e Reino Unido.