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Vale Simplificado: 75% de financiamento a fundo perdido

O Vale Simplificado é concedido a PME para aquisição de serviços de Consultoria e de apoio à Inovação e ao Empreendedorismo. O principal objetivo do programa é dar resposta a necessidades específicas da empresa, com vista ao aumento da sua competitividade.
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Os serviços a prestar inserem-se nas seguintes três tipologias de Vale:

Vale Empreendedorismo - exclusivamente direccionado para empresas criadas há menos de um ano que se proponham desenvolver uma actividade por si considerada repetível (os processos básicos podem ser repetidos mantendo o mesmo nível de produtividade) e escalável (possibilidade de crescimento de vendas sem um crescimento proporcional de recursos, ou seja, produtividade crescente). Neste contexto são passíveis de apoio os projectos que visem a aquisição de serviços de consultoria, nomeadamente a elaboração de planos de negócios, bem como serviços para protecção e comercialização de direitos de propriedade intelectual e industrial e serviços na área da economia digital;

Vale Inovação - visa o apoio à aquisição de serviços de consultoria de inovação, abrangendo as actividades de consultoria de gestão, assistência tecnológica, serviços de investigação e desenvolvimento tecnológico, serviços de transferência de tecnologia, consultoria para aquisição, protecção e comercialização de direitos de propriedade intelectual e industrial e para acordos de licenciamento, consultoria relativa à utilização de normas e serviços de ensaios e certificação;

Vale Energia ou Ambiente – direccionado para os objectivos da Estratégia Nacional para a Energia (ENE 2020) e do PNAEE (Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética), visando a aquisição de serviços de consultoria, estudos e diagnósticos, auditorias energéticas ou ambientais, assistência técnica, testes e ensaios, nas tipologias de investimento previstas nas alíneas f) e h) do nº 1 do artigo 5º do Regulamento do SI Qualificação PME.

Formação para usar o Storytelling como ferramenta comercial

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A True-Skills acaba de firmar parceria com a empresa Grandes Histórias Grandes Conquistas, que atua no mercado nacional na área do Storytelling Empresarial. O Storytelling Empresarial é uma técnica de comunicação capaz de envolver uma audiência, um potencial cliente ou um futuro empregador, constituindo o maior desafio da atualidade: captar a atenção de quem nos ouve.

Esta técnica de comunicar facilita o entendimento e a partilha de conhecimento entre as empresas e os seus funcionários, ajudando a criar um estilo e uma identidade própria na organização através do envolvimento emocional com os diversos colaboradores, motivando-os e fazendo com que se sintam membros importantes do grupo. Esta é uma área que ajuda os colaboradores a atingirem os seus objetivos e a gerar lucro para a empresa através de técnicas de venda: um comercial pode, por exemplo, contar uma história em que o seu produto ou serviço é o herói ou um responsável de qualquer departamento pode incentivar a sua equipa com uma história que demonstre que esforços pontuais ou contínuos geram o sucesso

A juntar ao conjunto de formações que disponibiliza, a nova oferta da True-Skills pretende dar a conhecer ao público o processo de contar histórias, ao mesmo tempo que dá a conhecer os vários métodos e estilos de Storytelling, assim como pratica o contar de histórias num contexto profissional. Tendo em conta a conjuntura nacional, esta parceria é importante não só pela inovação da mesma, mas também pela possibilidade que as empresas têm de conseguir motivar os seus colaboradores mesmo em ambientes mais complexos ou potenciar novos negócios.

“A parceria entre a True-Skills e a Grandes Histórias Grandes Conquistas traz inúmeras vantagens competitivas às empresas e aos seus colaboradores, uma vez que aposta nesta importante ferramenta de comunicação que vai ajudar os colaboradores a gerir melhor os seus negócios e a apresentarem técnicas de venda persuasivas e inovadoras", afirma Sérgio Caldeirinha, Diretor de Operações da True-Skills da True-Skills.

A formação em Storytelling Empresarial pode ser frequentada em dois formatos diferentes: Formação de Grupo, em turma fechada, dedicada e personalizada às organizações que pretendam dotar os seus colaboradores com estas competências e a formação One-to-One (Coaching), direccionado sobretudo para o contexto empresarial e/ou profissional que fornece as técnicas necessárias para criar e contar qualquer história que potencie a sua atividade empresarial e/ou profissional.

Elsa Serra e João Dias são os formadores do Storytelling Empresarial que se destina sobretudo a Business Developers e Comerciais para entrada em novos mercados e a conquista de novos clientes, CEO’s e Administradores que precisem de melhorar as suas exposições públicas /mediáticas, Profissionais Criativos que procurem aumentar a sua criatividade (e o desbloqueio emocional) e, por fim, para profissionais da área da Comunicação, Política, Relações Públicas e Opinion Makers.


Para Elsa Serra, co-criadora da empresa Grandes Histórias Grandes Conquistas, “Contar uma história é revelar segredos, é seduzir o ouvinte, é convidá-lo a apaixonar-se pela história, pela narração. Contar uma história é ensinar a pensar, a viajar e acreditar na capacidade de sonhar, crescer, viver. De uma forma descontraída os participantes são convidados a analisar as suas dúvidas e receios ao contar uma história. São abordados os vários percursos e métodos, e as diversas opções para cativar a atenção de quem ouve.”

MasterPass: pagamentos online mais seguros?

masterpassQuem opera no negócio do web-to-print deve estar a par das várias formas de pagamento para compras online. O serviço MasterPass surge da colaboração da MasterCard e da Worldine, sendo uma plataforma digital que simplifica as compras online feitas a partir de dispositivos conectados, incluindo PCs, touchpads e smartphones. Com o MasterPass deixa de ser necessário que o consumidor tenha que introduzir dados detalhados do seu cartão para efectuar compras on-line.

Os consumidores podem armazenar de forma segura MasterCard e outros cartões de crédito, de débito ou informações de cartão pré-pago, livros de endereços e muito mais. Esta simplificação do processo de compra que inclui também todas as garantias de um pagamento com cartão, vem permitir a e-comerciantes aumentar a taxa de transformação e impulsionar o desenvolvimento do m -commerce.

Esta solução irá, numa segunda fase, permitir que os comerciantes possam oferecer aos seus clientes o pagamento com MasterPass, incentivando-se assim a convergência de experiências de pagamento usando novas tecnologias como NFC, flashcode ou código QR.

A partir de Novembro de 2013, MasterPass ™ estará disponível em plataforma de pagamento online da Worldline; uma plataforma cross-channel.
"Enquanto subsidiária ATOS especializada em pagamentos eletrónicos e serviços transacionais, o nosso objetivo é oferecer aos nossos clientes uma solução que irá melhorar as suas experiências de compras, tanto online como offline ", declarou Xavier Brucker, Chefe de pagamentos multicanal da Worldline”. "Nós compartilhamos com a MasterCard a mesma visão para o futuro do comércio, o que implica soluções de pagamento inovadoras".

Régis Folbaum, CEO da MasterCard França, comentou: " Esta parceria com a líder mundial Worldline vai acelerar a adopção de MasterPass ™ em França e na Europa, uma vez que irá aumentar o número de comerciantes a adoptar esta solução prática, rápida e segura. Com MasterPass ™ os comerciantes vão melhorar muito a experiência de compra online e na loja dos seus clientes. MasterPass ™ é, sem dúvida, o futuro dos pagamentos electrónicos ".

Trabalhadores sem plano de evolução profissional definido

A Universia, a rede de universidades presente em 23 países ibero-americanos, e o Trabalhando.com, uma comunidade laboral formada por uma rede de sites associados lançaram o quinto inquérito de emprego de 2013. Trata-se de um estudo realizado com o objectivo de conhecer as impressões dos universitários em relação à formação e trabalho.

O estudo revela que 78% dos trabalhadores não tem um plano de evolução profissional definido com o seu chefe. Note-se que 48,1% dos inquiridos trabalha actualmente, entre os quais 87,4% trabalha sob dependência hierárquica.

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Quanto ao grau de satisfação relativo à formação dada pela empresa, o cenário divide-se. Por um lado, 84% considera que aprende profissionalmente com o ritmo de actividade da empresa onde trabalha. Por essa razão, 30% desse grupo mostra-se satisfeito com a formação recebida. No entanto, 16,3% indica o contrário, razão pela qual 28% dos inquiridos se revela insatisfeito.

Outra das questões recorrentes nas empresas, sobretudo em matéria de recursos humanos, prende-se com a responsabilidade da formação, ou seja, se compete ao empregado ou ao empregador. A maioria dos empregados (55%) considera que se a empresa oferecer, melhor, embora considerem que a iniciativa deve ser do próprio empregado. Seguem-se os que consideram que a formação deve ocorrer no exercício da função (27%) e não necessariamente mediante formação complementar.

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Por seu lado, 18 % dos inquiridos considera que deve ser o empregado quem deve propor a formação, bem como financiá-la. A percentagem reduzida coincide com aqueles que indicaram ter elaborado um plano de carreira com o seu chefe (22%), em contraste com que não o fez.


No momento de escolher entre as diversas competências profissionais as que mais se gostaria de desenvolver, os entrevistados concentram-se em três questões claramente focadas no desenvolvimento profissional e pessoal: criatividade e mudança (23%), línguas (21%) e gestão (20%). Como pode essa formação ser realizada? A maioria dos entrevistados (65%) considera estar ligada ao bom desempenho, bem como à capacidade de manter uma comunicação fluída com os seus superiores, de forma a que entendam as aspirações dos empregados.

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Bernardo Sá Nogueira, Director-geral do Universia Portugal e do portal trabalhando.pt, salienta a importância deste estudo, “é importante que as empresas compreendam as expectativas dos seus colaboradores, de forma a criarem medidas de envolvimento e de satisfação laboral, o que terá repercussões imediatas na prosperidade das empresas e na economia do país”.


A nível global:
Participaram neste estudo 5.867 pessoas, de 10 países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México, Peru, Portugal, Porto Rico e Uruguai. Entre os inquiridos portugueses, verifica-se que a presença feminina (64%) prevalece sobre a masculina (36%).

Quanto à idade, 73% tem mais de 27 anos, seguido de 25% entre 21 e 26 anos. O perfil da maioria dos entrevistados indica possuir um mestrado/pós-graduação/doutoramento (40%), seguido de universitários (31%).

Os dados revelados pelos portugueses são, na generalidade, semelhantes aos dos estudantes internacionais, embora a percentagem de inquiridos portugueses satisfeitos com a formação proporcionada pela empresa onde trabalha seja mais elevada (73%) do que a média dos restantes países (63%). Para além disso, relativamente as competências profissionais que mais gostariam de desenvolver, os portugueses salientam em primeiro lugar a criatividade e mudança (23%), enquanto os restantes países apontam a gestão como prioridade (21%).