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Webcast gratuito sobre conteúdos visuais em social media

Ler mais...A FLAG - entidade de formação especializada em tecnologias associadas ao desenvolvimento de artes/suportes visuais e interativos, nas vertentes print, web e motion –, realiza no próximo dia 3 de Março um webcast gratuito sobre Conteúdos Visuais em Social Media.

Totalmente gratuito, mas com inscrição obrigatória, este Webcast tem como objetivo apresentar as razões para o sucesso dos conteúdos visuais, tendo por base a análise fisiológica, psicológica e comportamental dos consumidores atuais. Destinado a profissionais, estudantes e interessados nas áreas de Marketing, Publicidade, Comunicação e Branding nos meios digitais este webcast terá a duração de duas horas, e irá decorrer entre as 19h00 às 21h00.

De acordo com o responsável por esta formação, Gabriel Augusto, “o conteúdo é um dos fatores mais importantes para o sucesso de uma estratégia de Social Media Marketing. Os conteúdos visuais, por sua vez, são, de entre os diversos formatos, os que mais cativam o recetor e os que geram, na maior parte dos casos, uma resposta mais eficaz”, explica a propósito deste Webcast.

Gabriel Augusto tem formação superior em Design de Comunicação e Gestão de Marketing, e desempenha funções de direção na FLAG e coordenação da Academia de Marketing Digital. Entusiasta de Marketing Online e sua integração em estratégias globais, participa regularmente em projetos relacionados com Marketing Digital, como consultor externo, orador e formador.
Além desta acção a FLAG irá ter em Abril um Webcast com o tema Identidade Profissional na Era Digital.

Os interessados nesta formação online poderão obter mais informações e realizar a sua inscrição em http://www.flag.pt/webcastconteudosvisuais/

PROKOM: nova rede de partilha para utilizadores bizhub

Ler mais...A Konica Minolta criou a PROKOM, uma rede europeia de partilha de informação e experiências profissionais na área da impressão. Empresas de toda a Europa estão a ser convidadas a associarem-se a esta comunidade de utilizadores de equipamentos bizhub PRESS disponibilizados pela Konica Minolta. A PROKOM vai ajudar os seus membros a partilhar, desenvolver e fazer crescer serviços de comunicação digital. A PROKOM pretende, ainda, ser uma plataforma onde a “voz do cliente”, se faz ouvir.

A PROKOM pretende providenciar um fórum de discussão no qual se possam partilhar ideias e experiências de negócio de modo a expandir de forma rentável os negócios; discutir com os gestores da Konica Minolta as prioridades futuras no âmbito do design, funcionalidades, tecnologia e serviços associados aos seus equipamentos, construir relações entre os membros, providenciar apoio e conhecimento através de workshops, conferências, publicações e pontos de encontro virtuais.


Andy Barber, Diretor-Geral do imail e primeiro presidente do PROKOM afirma: “Quero agradecer à Konica Minolta a oportunidade de formar a PROKOM, que é uma excelente plataforma para os membros expressarem o seu ponto de vista enquanto clientes, e que irá proporcionar muitas oportunidades para aprender, partilhar e representar os nossos interesses, o que nos permitirá crescer. Enquanto speaker com presença regular em conferências da nossa indústria, sei o quão importante é partilhar informação relevante e aprender com colegas da nossa área”.

Já Ken Osuga, da Konica Minolta lembra que “a Konica Minolta está fortemente empenhada na indústria de Production Printing. Afinal de contas, a nossa história de sucesso neste mercado é única: entramos no segmento de Production Printing em 2004 e tornamo-nos líderes em menos de dez anos. Isto é algo que nos orgulha, mas é também um desafio, uma vez que nos esforçamos constantemente para melhorar os negócios os nossos clientes”.

Online ocupa terceiro lugar na preferência dos anunciantes

Ler mais...O investimento publicitário em internet está a crescer e as agências começam a contabilizar a web como um meio. A confirmação vem da Carat que, em entrevista ao Jornal de Negócios, confirma o investimento de 395,5 milhões de euros em Internet. O online passa então a ser o terceiro maior veículo de publicidade e assume uma importância crescente para os clientes das marcas.

"A aposta por parte dos anunciantes e agências é crescente. O bolo é menor, e os meios lutam com políticas agressivas no sentido de captar a maior fatia possível. Por outro lado, o próprio consumo dos meios por parte do 'targets' (alvo) alterou” refere Francisco Costa Pereira, director de research da Carat, ao Jornal de Negócios.

No total, ao longo dos últimos cinco anos, foram investidos menos 244.6 milhões de euros em jornais e revistas em suporte papel, o que está a ser atribuído à migração de leitores para outras plataformas como os smartphones e os tablets.

Tráfego global de dados móveis vai crescer 11 vezes até 2018

Ler mais...Se a indústria gráfica e criativa descura o canal móvel, não o deveria fazer pois poderá vir a ser um importante canal de negócio. Segundo o relatório Cisco VNI, sobre o Tráfego de Dados Móveis entre 2013 e 2018, vai haver um crescimento considerável nos próximos anos. O tráfego global vai multiplicar-se quase por 11 nos próximos quatro anos, alcançando os 190 Exabytes anuais em 2018, o que representa uma taxa de aumento interanual de 61% no referido período (2013-2018).

Este crescimento deve-se em parte ao aumento exponencial do número de conexões móveis à Internet (como dispositivos pessoais e conexões Machine-to-Machine), o que irá superar os 10.000 milhões e será 1,4 vezes maior que a população mundial prevista em 2018 (aproximadamente 7.600 milhões de pessoas Segundo a ONU).

Principais impulsionadores do tráfego global de dados móveis
Entre 2013 e 2018, a Cisco prevê que o tráfego global de dados móveis irá superar em três vezes o tráfego global de dados fixos, sendo várias as principais tendências responsáveis por este crescimento:

• Mais utilizadores móveis. Em 2018 haverá 4.900 milhões de utilizadores móveis (contra os 4.100 milhões contabilizados em 2013).
• Mais conexões móveis. Em 2018 haverá mais de 10.000 milhões de dispositivos/conexões móveis – incluindo 8.000 milhões de dispositivos móveis pessoais e 2.000 milhões de conexões Machine-to-Machine (M2M) desde os 7.000 milhões de dispositivos e conexões M2M contabilizados em 2013.
• Maior velocidade das conexões móveis. A velocidade média global de conexões através de redes móveis praticamente duplicará entre 2012 (1,4 Mbps) e 2018 (2,5 Mbps).
• Mais vídeo móvel. Em 2018, o tráfego global de vídeo móvel representará 69% de todo o tráfego global de dados móveis (a partir dos 53% calculados em 2013).

 

Evolução para dispositivos inteligentes


• Cerca de 54% das conexões móveis globais serão ‘inteligentes’ em 2018, contra os 21% contabilizados em 2013. Os dispositivos e conexões inteligentes contam no mínimo com capacidades de computação/multimédia avançadas e conectividade 3G.
• Os smartphones, laptops e tablets irão gerar aproximadamente 94% do tráfego global de dados móveis em 2018. O tráfego M2M representará 5% de todo o tráfego global de dados móveis em 2018, enquanto os restantes 1% e 0,1% corresponderão aos terminais básicos e a outros dispositivos portáteis respetivamente.
• O tráfego Cloud móvel vai multiplicar-se por 12 entre 2013 e 2018, com um crescimento interanual de 64% no referido período.

Os 190 Exabytes de dados móveis anuais previstos para 2018 equivalem a:

• 190 vezes a soma de todo o tráfego IP (fixo e móvel) gerado no ano 2000.
• 42 biliões de imagens (tipo MMS ou Instagram) ou quinze imagens diárias geradas por cada pessoa do planeta durante um ano completo.
• 4 biliões de clips de vídeo (por exemplo YouTube) ou mais de um clip de vídeo diário gerado por cada habitante da Terra durante um ano completo.Cisco

Que dificuldades podem levar à perda de clientes?

Ler mais...O estudo “The Challenge of Speed”, levado a cabo pelo Economist Intelligence Unit e patrocinado pela Ricoh, revela que os líderes dos serviços financeiros europeus apontam várias barreiras à rapidez na optimização de processos internos. Estas dificuldades, refere o estudo, podem três consequências graves, nomeadamente a perda de clientes (38%), o aumento da despesa (36%) e a exposição da empresa a riscos novos e não mitigados (35%).

As dificuldades são:

• Processos burocráticos (47%);
• Ligação entre plataformas tecnológicas (40%)
• Acesso insuficiente à informação (35%)
• Fraca administração da gestão da mudança (43%)
• Constrangimentos ao nível do tempo (39%)
• Plataformas tecnológicas desactualizadas (29%)

Por outro lado, apenas um em cada dez líderes dos serviços financeiros acredita ter capacidade para rapidamente tirar partido de novas oportunidades ou adaptar-se a mudanças inesperadas, em comparação com a média de dois em cada dez líderes empresariais europeus à escala de todos os setores. Além da necessidade de conciliar diferentes requisitos de consumidores, reguladores e acionistas, o desafio torna-se mais difícil por causa da rapidez com que as empresas se adaptam à mudança impulsionada pela tecnologia e que os respetivos processos fundamentais são reestruturados.

Há uma noção clara em relação ao desenvolvimento rápido de novos produtos e serviços. Oito em cada dez líderes dos serviços financeiros classificam este ponto como uma das áreas com maior necessidade de uma rápida mudança.

No entanto, as áreas mais importantes onde os líderes dos serviços financeiros afirmam ter efetivamente de mudar rapidamente, ao longo dos próximos três anos, são as que já causaram ao setor enormes dores de cabeça: adotar novas tecnologias (em primeiro lugar), atrair e reter clientes (segundo) e melhorar os principais processos empresariais (terceiro).

Mais de metade (54%) afirma ter muitas ideias para fazer face à mudança no futuro, mas admite também que falta a capacidade de concretizar adequadamente essas ideias. É a percentagem mais elevada em comparação com todos os outros setores, onde a média é de 43%.

Carsten Bruhn, Vice-Presidente Executivo da Ricoh Europa, observa: “Gerir tantos obstáculos, ao mesmo tempo que se tenta manter o enfoque nos serviços para o cliente, transformar os processos internos e manter a conformidade regulamentar é uma tarefa colossal. Não é de admirar que os líderes dos serviços financeiros se sintam sob pressão. A sua tarefa pode no entanto ser facilitada ao tirar partido dos conhecimentos de especialistas e impulsionar programas internos de mudança para implementar novas formas de trabalhar. É também possível implementar serviços de gestão das comunicações com os clientes para melhorar as relações com os mesmos. Por fim, à medida que os processos críticos são otimizados, pode ser investido mais tempo e recursos nas atividades principais e fazer as organizações progredir para o futuro.”

Franchisados portugueses satisfeitos com o seu negócio

Ler mais...Já pensou em transformar a sua empresa gráfica num franchising? Pois saiba que cerca de 84% franchisados portugueses estão mais satisfeitos com o seu negócio e mais focados na gestão a tempo inteiro. O prestígio da marca é o factor decisivo na escolha da rede, mas o apoio da marca e a qualidade dos produtos e serviços também pesa nos factores de sucesso do negócio. Os números constam de um estudo do GEMEO/IPAM, encomendado pelo Instituto de Informação em Franchising, com o apoio da Associação Portuguesa de Franchise (APF) que avaliou o perfil e satisfação do franchisado em Portugal.

 


A análise à satisfação do franchisado conclui que os empresários estão satisfeitos (3,66 numa escala de 1 a 5) e que o factor com melhor avaliação de satisfação é o ‘Apoio do franchisador na montagem do negócio’ (3,88). O apoio na gestão do dia-a-dia do estabelecimento foi o ponto com menor classificação, com apenas 3,35.

Os empresários revelam que estão a atingir o retorno do investimento num prazo mais longo do que o previsto (51,7%). Dentro dos timings do plano de negócio estão apenas 33,7% dos inquiridos e 7,8% afirmam ter chegado ao objectivo num prazo mais curto do que o previsto inicialmente. A pesquisa permite fazer comparações com o último estudo feito sobre franchisados no nosso país, realizado em 1999, também por esta entidade.


O grau de satisfação aumentou em relação ao inquérito de 1999, o que pode indicar alguma maturidade das redes no apoio aos seus franchisados, mas também uma evolução dos empresários, mais focados na sua atividade. Há 14 anos apenas 68% dos franchisados referia estar satisfeito com o negócio, actualmente esta percentagem sobe para os 84%.


Marca é decisiva

O mais importante na escolha de uma marca de franchising é, para 67,7% dos investidores, o ‘prestígio da marca’. Seguem-se o ‘conhecimento do sector’, ‘perfil e experiência’, ‘apoios e esclarecimentos aos potenciais franchisados’ e ‘apoio na montagem da loja/negócio’.
Quanto a factores de sucesso do negócio, a marca volta a fazer a diferença, reunindo as das preferências de 48,8% dos inquiridos. Mas também são factores de peso a ‘qualidade dos produtos ou serviços’ (28,5%), o ‘apoio ao franchisador’(21%) e a dedicação ao franchisado (16,7%)


No que diz respeito aos principais problemas, a ‘falta de apoio ao franchisador’ encabeça a lista com 23,7% seguida da ‘falta de clientes’ com 18,7%. Às preocupações dos empresários seguem-se as taxas altas (13,2%) e ainda a má localização das unidades (8,3%).


Sinal da confiança dos franchisados no modelo é que 74,3% voltaria a abrir o mesmo negócio se pudesse voltar atrás. Mas destes, há 19,3% que referem que não voltariam a abrir o mesmo negócio.


Sem sócios e a full time

A maioria dos franchisados está à frente da unidade há menos de 4 anos (50,17%) e 64,3% dizem ser os únicos responsáveis pelo negócio. A dedicação a tempo inteiro à gestão também está num nível elevado (83,9%). Há 14 anos os empresários sem sócios eram em menor número (53%) e também era ligeiramente menor a exclusividade ao negócio (78%). Um factor que revela uma maior maturidade no modelo de gestão dos franchisings, uma vez que a dedicação ao negócio é um factor decisivo no sucesso do negócio.


Os Serviços são o sector mais representado no franchising em Portugal, com cerca de 60% no universo dos negócios, seguidos do Comércio, com 31% e da Restauração com 9%. Estes números revelam a evolução da economia e do sector nos últimos anos, uma vez que no estudo de 1999 esta relação era de 28% para o Comércio e apenas 16% para os Serviços. Estes dois sectores são também os mais referenciados pelos empresários quando questionados sobre os seus segmentos de actividade antes da entrada no mundo franchising.


14 anos depois, as grandes diferenças

Há menos mulheres no franchising. Em 1999 o sexo feminino pesava 49% e apenas 43,5%. Como já dissemos, os empresários também estão mais velhos mas a grande diferença está mesmo no sector de actividade onde os Serviços ganham uma enorme preponderância face aos restantes sectores.
A satisfação geral aumentou, de 68% para 83,5%, bem como as visitas do franchisador, tendencialmente trimestrais há 14 anos e agora com periodicidade mensal.
O prestígio da marca reforça o peso como o factor de escolha do negócio, passando de 40% para 48,8%. A localização da unidade, decisiva quando o sector de negócio fulcral era o comércio, desce de 2º para 6º lugar no ranking dos factores de sucesso.

Quem é o franchisado em Portugal?

São homens (56,5%), têm entre 35 a 54 anos (61,3%) e pertencem às classes sociais A/B (87,5%). Mais de metade são licenciados (50,5%) e desenvolvem os seus negócios maioritariamente na região sul do país (52,5%). Há 14 anos, 72% dos inquiridos estavam na faixa etária dos 25 aos 44 anos, o que pode significar uma continuidade no negócio.

DirectSmile lança versão 6 do Cross Media

A DirectSmile, está a lançar a sexta versão do software Cross Media. A nova versão permite a realização de projectos multi-canal sofisiticados e integração com sistemas de CRM. Além disso, expande as capacidades de web-to-print para permitir a configuração na web em tempo real.

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A empresa especializada na personalização de imagens e fornecedora de software para automação de marketing diz que a nova solução permite o acesso simples aos sistemas de CRM para utilizá-los em qualquer campanha ou aplicação. É ainda possível criar websites que incluem o tracking de leads, ferramentas SEO e gestão de conteúdos.

A DirectSmile afirma que a solução permite que os prestadores de serviços gráficos expandam os negócios web-to-print, que beneficia do Web2Print Editor, uma ferramenta baseada em HTML para o utilizador final, que permite uma produção personalizada. Os clientes, ao comprar cartões-de-visita, por exemplo, podem, além de personalizar o design existente, criar os seus próprios layouts.

Capas originais podem ajudar venda de livros?

Ler mais...Chang-Rae Lee é o autor do livro On Such a Full Sea, que inova por ter uma edição limitada onde as caixas dos livros são em relevo e produzidas com impressoras 3D. A editora Riverhead Books afirma ser "a primeira capa removível de sempre impressa em 3D". Poderão ser as capas originais a salvação do livro físico face à proliferação do e-book?


A capa surge de uma colaboração com a Makerbot, e foi produzida em impressoras 3D, resultando numa caixa branca com as letras salientes. A ideia era inovar no mundo editorial, algo que Helen Yentus, a directora de arte da editora, diz ter sido conseguido. Cada caixa demorou 15 horas em produção, com alguns protótipos a demorar 30 horas para ver a luz do dia. O autor do livro vai mais longe e diz que, devido às dificuldades do mundo editorial, a caixa do seu livro reintroduz o livro como uma obra de arte.

Helen Yentus afirma: uma possível salvação. "Com estas edições especiais, não posso garantir a 100%, mas acho que estamos a criar um objeto físico que as pessoas gostariam de manter e ter, provavelmente, como resposta ao crescimento do e-book".

Custo e segurança são maiores preocupações relacionadas com mobilidade

Ler mais...Com as empresas a navegar um novo cenário de negócios, a mobilidade desempenha um papel importante no futuro de muitas organizações. Há a tendência para a utilização da tecnologia pessoal de um profissional, o "Bring Your Own Device" (BYOD), ou para a empresa fornecer dispositivos móveis. Um novo estudo da InfoTrends mostra mais de 50% dos entrevistados têm iniciativas BYOD e/ou empresa fornece para dispositivos móveis.

As empresas agora correm o risco de desenvolver e apoiar uma série de projectos fraturados que podem levar à confusão e pouca ou nenhuma integração real. Os entrevistados observaram que o custo é um grande inibidor para a integração de soluções móveis para o seu fluxo de trabalho. Isso é especialmente verdadeiro para o ensino superior e entrevistados de negócios em geral .

Como os fornecedores e prestadores de serviços continuam a empurrar os limites das suas ofertas tradicionais , as empresas estão a procurar maneiras de assimilar a solução móvel na infra-estrutura de negócios. A InfoTrends espera, por isso, um enorme aumento nas soluções móveis nos próximos 12 meses, altura em que as questões relacionadas com segurança vão ser abordadas e ser alvo de processos de negócio.

Inovações da Adobe geram fortes resultados financeiros

Ler mais...A Adobe divulgou os resultados financeiros do quarto trimestre e do ano fiscal, que terminou a 29 de Novembro de 2013. A Adobe registou 1,04 mil milhões de dólares em receitas, dentro dos valores projectados pela empresa e fechou o quarto trimestre com 1 milhão e 439 mil subscrições pagas da Creative Cloud, um aumento de 402 mil quando comparado com o número de subscrições no final do terceiro trimestre do ano fiscal de 2013 e a adopção da Creative Cloud por parte de empresas foi mais forte do que o esperado.

As Receitas Anuais Recorrentes (RAR) da Creative aumentaram para 768 milhões de dólares, enquanto que a totalidade das RAR de Digital Media aumentou para 911 milhões de dólares. A Adobe Marketing Cloud obteve uma receita trimestral de 316,2 milhões de dólares, representando um crescimento de 38% ano-após-ano. A Adobe alcançou receitas de 4,06 mil milhões de dólares, tendo gerado 1,15 mil milhões em cash flow operacional durante o ano.