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A importância das chefias intermédias na comunicação interna

plugthegapNo 18º Get Together do Observatório de Comunicação Interna e Identidade Corporativa (OCI), o tema foi ´Comunicar com o middle management – práticas de excelência no apoio às chefias directas". O encontro contou com testemunhos da Tetra Pak, Novabase e EDP e com a moderação de Dalila Martins, da Direcção de Comunicação e Imagem Corporativa da PT. ”É preciso reduzir a distância emocional entre as chefias e os colaboradores. Temos de conseguir que todos tenham o coração a bater ao mesmo ritmo. E por isso é necessário cuidar de quem cuida”, considera José Manuel Seruya, Professor da Universidade Católica e Director do OCI.

Num período em que a Tetra Pak implementa uma organização em clusters de mercado surgiram muitas dúvidas e receios que precisavam de ser respondidos, com o objectivo de evitar um clima de instabilidade organizacional. Uma das estratégias seguidas pela Tetra Pak foi a de apostar na comunicação através das chefias intermédias. Foi elaborado um plano de formação interno em Comunicação para Liderança para as chefias de topo e middle management como o objectivo de os envolver fornecendo-lhes ferramentas de comunicação que ajudaram a garantir um maior envolvimento das chefia intermédias na comunicação e no próprio processo de reorganização. “A presença das chefias directas durante todo este processo transmitiu aos colaboradores a importância que a comunicação interna assumiu e, também, a relevância do papel que os líderes intermédios passaram a desempenhar”, refere Vera Norte, responsável por este projecto enquanto Cluster South Europe Communications Leader do Grupo Tetra Pak.

A Novabase, através de um estudo realizado em 2010 sobre a cultura interna da organização, identificou, por um lado, um perfil marcadamente competitivo/“oposicional” e, por outro, um perfil de passividade/defesa. A empresa traçou um rumo, definiu qual a cultura que desejava ter e lançou mãos à obra. “Para alcançamos uma cultura mais colaborativa, encorajadora e de auto-realização (Coaching Culture), iniciámos um processo transformacional assente num trabalho a todos os níveis de liderança. Apostámos em programas customizados, de acordo com as diferentes necessidades dos diversos níveis de gestão, focados em práticas de feedback construtivo e regular a 360º, numa atitude mais colaborativa, mais positiva, numa liderança mais eficaz, no desenvolvimento de líderes-coach. Porque procuramos líderes que crescem e fazem crescer e acreditamos na responsabilização de todos, individualmente, como agentes activos do seu sucesso e crescimento individual”, explica Maria João Figueiredo, Directora de Gestão de Talento da Novabase. Durante este período, foram já implementados programas de treino e desenvolvimento para chefias/gestores de equipas com diversos workshops e ferramentas de autoconhecimento, coaching, gestão de talento, entre outros.

A EDP tem um programa dedicado para as novas chefias em que cada um dos colaboradores é acompanhado por chefias de topo. O objectivo é o desenvolvimento de competências e envolvimento na cultura organizacional. Na EDP, com este projecto, criámos oportunidades para uma gestão mais assertiva, mais motivada e consequentemente, capaz de melhores resultados”, refere Paula Pinto da Fonseca, Directora da Área de Cultura Empresarial da Direcção de Marketing e Comunicação da EDP.

Ana Margarida Ximenes, Country Manager da Inforpress, acrescenta que “Estamos na era do micropoder, ou seja, de activar o poder de cada colaborador na inovação e mudança das organizações. O novo paradigma necessita de um novo modelo de líderes mais colaborativos, mais sociais e mais inovadores que se movem pelo imperativo da escuta e do reconhecimento dos outros. As chefias intermédias têm por isso um papel essencial no sucesso das equipas e devem mobilizar a organização contribuindo para a cultura desejada”.

O Observatório de Comunicação Interna e Identidade Corporativa (OCI) é uma iniciativa conjunta da Inforpress e da Universidade Católica. Além dos Get Together, o OCI lançou o PACO (Programa Avançado em Comunicação Organizacional) que tem como missão contribuir para o reforço da expertise de comunicação organizacional nas organizações.

Empresas europeias prevêem um aumento significativo de iWorkers até 2018

salesUm estudo da consultora Coleman Parkes Research estima que nos próximos cinco anos o número de iWorkers (“information workers”) irá aumentar substancialmente. Atualmente, 4% dos líderes empresariais europeus classificam a maioria dos seus trabalhadores como iWorkers: colaboradores de confiança, altamente qualificados e que têm acesso, 24 horas por dia, sete dias por semana, a todas as informações de que necessitam para dar resposta às necessidades da sua empresa e dos seus clientes. No entanto, os líderes empresariais preveem um crescimento significativo com 37% a afirmarem que esperam que em 2018 mais de metade dos colaboradores sejam iWorkers.

Quando solicitados para classificar as áreas com maior impacto, os líderes identificaram em primeiro lugar a perda de receitas (49%), seguido da perda de clientes (43%) em segunda posição e, em terceira, a perda de conhecimento dos clientes (27%).

O estudo revela também que existem outros desafios a ultrapassar antes de aumentar a presença de iWorkers nas empresas Europeias. Embora cerca de 3/4 estejam a investir em novas tecnologias como forma de aumentar a produtividade dos colaboradores dentro e fora do escritório, a maioria destaca a necessidade de rever os processos existentes para que os colaboradores possam ter mais facilmente acesso a informações importantes.

Mais de 70% acredita que a incapacidade de aceder a documentos a partir de dispositivos móveis está a atrasar as suas empresas, e 2/3 afirmam que funções de pesquisa inadequadas impedem os colaboradores de encontrarem as informações de que necessitam para ajudarem as empresas a avançar. Mais ainda, 62% afirmam que os silos de informação desarticulados entre as diferentes áreas do negócio limitam a partilha de informações.

Os líderes empresariais europeus destacam os próximos passos mais importantes para permitir a aceleração do iWorker. As atividades mais eficazes para o aumento dos conhecimentos dos colaboradores são a utilização de ferramentas de colaboração: promovendo a colaboração e a partilha de conhecimentos entre diferentes localizações.

Segue-se a otimização de processos empresariais: rever a forma como os colaboradores trabalham e garantir que a tecnologia é utilizada de modo a proporcionar o máximo benefício, paralelamente com a transição para a cloud (igualmente na segunda posição).

Na quarta posição os líderes classificaram a digitalização de documentos em papel: que permite garantir um melhor acesso a informações importante para o negócio, tanto atuais como históricas e que ajudam na tomada de decisões para o futuro. Estas ações traduzem-se em benefícios significativos para as empresas.

Uma investigação da McKinsey destaca que as empresas com maior concentração de trabalhadores do conhecimento (mais de 35%) criam, em média, um retorno por colaborador três vezes superior ao das empresas com menos trabalhadores do conhecimento (20%).

O estudo foi patrocinado pela Ricoh Europe. O COO, David Mills, afirma: “Prevê-se que o número de iWorkers aumente significativamente. A questão é, estarão as empresas preparadas? Mais do que nunca os líderes empresariais precisam de otimizar a forma como utilizam a tecnologia e eliminar os silos de informação nas empresas. É urgente rever e alterar as formas tradicionais de trabalhar e acompanhar o ritmo das mudanças impulsionadas pela tecnologia que irão continuar a criar novos desafios”.

Mills acrescenta: “É altura das empresas Europeias otimizarem os principais processos empresariais e documentais para se prepararem de forma mais eficiente para o futuro. Com inovações e mudanças importantes impulsionadas pela tecnologia, o estabelecimento do iWorker enquanto colaboradores mais informados é essencial para o crescimento das empresas, para uma maior agilidade empresarial, eficiência, produtividade e para uma melhor resposta às necessidades dos clientes”.

 

Polar começa 2014 com formação

POLAR BedienerkursA Polar vai realizar sessões de formação em guilhotinas de alta-velocidade, no seu centro de clientes em Hofheim, Alemanha. Os cursos são direccionados para os chefes de departamentos, encarregados, supervisores de turno e operadores de máquinas. Todos os cursos são realizados em alemão.

As datas:
Cursos para alta velocidade de corte POLAR X / XT, Xplus / XTplus e N PLUS :
13. - 14. Janeiro 2014
17. - 18. Março 2014
19. - 20. Maio 2014

Cursos para alta velocidade de corte POLAR N PRO:
27. - 28. Janeiro 2014
17. - 18. Fevereiro 2014
07. - 08. Abril 2014
05. - 06. Maio 2014
10. - 11. Junho 2014

Cursos para POLAR Compucut V 4.10.1 e V 5.0.2:
29. - 30. Janeiro 2014
09. - 10. Abril 2014
12. - 13. Junho 2014

Os participantes devem ser maiores de idade e deve ter suficiente um conhecimento técnico básico sobre corte e máquinas. É recomendada a inscrição antecipada devido à limitação de cinco formandos por curso. Mais informações estão disponíveis em: http://www.polar-mohr.com/en/standard/High-speed-cutter-training-for-operators_120972.html

Vale Simplificado: 75% de financiamento a fundo perdido

O Vale Simplificado é concedido a PME para aquisição de serviços de Consultoria e de apoio à Inovação e ao Empreendedorismo. O principal objetivo do programa é dar resposta a necessidades específicas da empresa, com vista ao aumento da sua competitividade.
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Os serviços a prestar inserem-se nas seguintes três tipologias de Vale:

Vale Empreendedorismo - exclusivamente direccionado para empresas criadas há menos de um ano que se proponham desenvolver uma actividade por si considerada repetível (os processos básicos podem ser repetidos mantendo o mesmo nível de produtividade) e escalável (possibilidade de crescimento de vendas sem um crescimento proporcional de recursos, ou seja, produtividade crescente). Neste contexto são passíveis de apoio os projectos que visem a aquisição de serviços de consultoria, nomeadamente a elaboração de planos de negócios, bem como serviços para protecção e comercialização de direitos de propriedade intelectual e industrial e serviços na área da economia digital;

Vale Inovação - visa o apoio à aquisição de serviços de consultoria de inovação, abrangendo as actividades de consultoria de gestão, assistência tecnológica, serviços de investigação e desenvolvimento tecnológico, serviços de transferência de tecnologia, consultoria para aquisição, protecção e comercialização de direitos de propriedade intelectual e industrial e para acordos de licenciamento, consultoria relativa à utilização de normas e serviços de ensaios e certificação;

Vale Energia ou Ambiente – direccionado para os objectivos da Estratégia Nacional para a Energia (ENE 2020) e do PNAEE (Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética), visando a aquisição de serviços de consultoria, estudos e diagnósticos, auditorias energéticas ou ambientais, assistência técnica, testes e ensaios, nas tipologias de investimento previstas nas alíneas f) e h) do nº 1 do artigo 5º do Regulamento do SI Qualificação PME.

Formação para usar o Storytelling como ferramenta comercial

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A True-Skills acaba de firmar parceria com a empresa Grandes Histórias Grandes Conquistas, que atua no mercado nacional na área do Storytelling Empresarial. O Storytelling Empresarial é uma técnica de comunicação capaz de envolver uma audiência, um potencial cliente ou um futuro empregador, constituindo o maior desafio da atualidade: captar a atenção de quem nos ouve.

Esta técnica de comunicar facilita o entendimento e a partilha de conhecimento entre as empresas e os seus funcionários, ajudando a criar um estilo e uma identidade própria na organização através do envolvimento emocional com os diversos colaboradores, motivando-os e fazendo com que se sintam membros importantes do grupo. Esta é uma área que ajuda os colaboradores a atingirem os seus objetivos e a gerar lucro para a empresa através de técnicas de venda: um comercial pode, por exemplo, contar uma história em que o seu produto ou serviço é o herói ou um responsável de qualquer departamento pode incentivar a sua equipa com uma história que demonstre que esforços pontuais ou contínuos geram o sucesso

A juntar ao conjunto de formações que disponibiliza, a nova oferta da True-Skills pretende dar a conhecer ao público o processo de contar histórias, ao mesmo tempo que dá a conhecer os vários métodos e estilos de Storytelling, assim como pratica o contar de histórias num contexto profissional. Tendo em conta a conjuntura nacional, esta parceria é importante não só pela inovação da mesma, mas também pela possibilidade que as empresas têm de conseguir motivar os seus colaboradores mesmo em ambientes mais complexos ou potenciar novos negócios.

“A parceria entre a True-Skills e a Grandes Histórias Grandes Conquistas traz inúmeras vantagens competitivas às empresas e aos seus colaboradores, uma vez que aposta nesta importante ferramenta de comunicação que vai ajudar os colaboradores a gerir melhor os seus negócios e a apresentarem técnicas de venda persuasivas e inovadoras", afirma Sérgio Caldeirinha, Diretor de Operações da True-Skills da True-Skills.

A formação em Storytelling Empresarial pode ser frequentada em dois formatos diferentes: Formação de Grupo, em turma fechada, dedicada e personalizada às organizações que pretendam dotar os seus colaboradores com estas competências e a formação One-to-One (Coaching), direccionado sobretudo para o contexto empresarial e/ou profissional que fornece as técnicas necessárias para criar e contar qualquer história que potencie a sua atividade empresarial e/ou profissional.

Elsa Serra e João Dias são os formadores do Storytelling Empresarial que se destina sobretudo a Business Developers e Comerciais para entrada em novos mercados e a conquista de novos clientes, CEO’s e Administradores que precisem de melhorar as suas exposições públicas /mediáticas, Profissionais Criativos que procurem aumentar a sua criatividade (e o desbloqueio emocional) e, por fim, para profissionais da área da Comunicação, Política, Relações Públicas e Opinion Makers.


Para Elsa Serra, co-criadora da empresa Grandes Histórias Grandes Conquistas, “Contar uma história é revelar segredos, é seduzir o ouvinte, é convidá-lo a apaixonar-se pela história, pela narração. Contar uma história é ensinar a pensar, a viajar e acreditar na capacidade de sonhar, crescer, viver. De uma forma descontraída os participantes são convidados a analisar as suas dúvidas e receios ao contar uma história. São abordados os vários percursos e métodos, e as diversas opções para cativar a atenção de quem ouve.”

MasterPass: pagamentos online mais seguros?

masterpassQuem opera no negócio do web-to-print deve estar a par das várias formas de pagamento para compras online. O serviço MasterPass surge da colaboração da MasterCard e da Worldine, sendo uma plataforma digital que simplifica as compras online feitas a partir de dispositivos conectados, incluindo PCs, touchpads e smartphones. Com o MasterPass deixa de ser necessário que o consumidor tenha que introduzir dados detalhados do seu cartão para efectuar compras on-line.

Os consumidores podem armazenar de forma segura MasterCard e outros cartões de crédito, de débito ou informações de cartão pré-pago, livros de endereços e muito mais. Esta simplificação do processo de compra que inclui também todas as garantias de um pagamento com cartão, vem permitir a e-comerciantes aumentar a taxa de transformação e impulsionar o desenvolvimento do m -commerce.

Esta solução irá, numa segunda fase, permitir que os comerciantes possam oferecer aos seus clientes o pagamento com MasterPass, incentivando-se assim a convergência de experiências de pagamento usando novas tecnologias como NFC, flashcode ou código QR.

A partir de Novembro de 2013, MasterPass ™ estará disponível em plataforma de pagamento online da Worldline; uma plataforma cross-channel.
"Enquanto subsidiária ATOS especializada em pagamentos eletrónicos e serviços transacionais, o nosso objetivo é oferecer aos nossos clientes uma solução que irá melhorar as suas experiências de compras, tanto online como offline ", declarou Xavier Brucker, Chefe de pagamentos multicanal da Worldline”. "Nós compartilhamos com a MasterCard a mesma visão para o futuro do comércio, o que implica soluções de pagamento inovadoras".

Régis Folbaum, CEO da MasterCard França, comentou: " Esta parceria com a líder mundial Worldline vai acelerar a adopção de MasterPass ™ em França e na Europa, uma vez que irá aumentar o número de comerciantes a adoptar esta solução prática, rápida e segura. Com MasterPass ™ os comerciantes vão melhorar muito a experiência de compra online e na loja dos seus clientes. MasterPass ™ é, sem dúvida, o futuro dos pagamentos electrónicos ".

Trabalhadores sem plano de evolução profissional definido

A Universia, a rede de universidades presente em 23 países ibero-americanos, e o Trabalhando.com, uma comunidade laboral formada por uma rede de sites associados lançaram o quinto inquérito de emprego de 2013. Trata-se de um estudo realizado com o objectivo de conhecer as impressões dos universitários em relação à formação e trabalho.

O estudo revela que 78% dos trabalhadores não tem um plano de evolução profissional definido com o seu chefe. Note-se que 48,1% dos inquiridos trabalha actualmente, entre os quais 87,4% trabalha sob dependência hierárquica.

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Quanto ao grau de satisfação relativo à formação dada pela empresa, o cenário divide-se. Por um lado, 84% considera que aprende profissionalmente com o ritmo de actividade da empresa onde trabalha. Por essa razão, 30% desse grupo mostra-se satisfeito com a formação recebida. No entanto, 16,3% indica o contrário, razão pela qual 28% dos inquiridos se revela insatisfeito.

Outra das questões recorrentes nas empresas, sobretudo em matéria de recursos humanos, prende-se com a responsabilidade da formação, ou seja, se compete ao empregado ou ao empregador. A maioria dos empregados (55%) considera que se a empresa oferecer, melhor, embora considerem que a iniciativa deve ser do próprio empregado. Seguem-se os que consideram que a formação deve ocorrer no exercício da função (27%) e não necessariamente mediante formação complementar.

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Por seu lado, 18 % dos inquiridos considera que deve ser o empregado quem deve propor a formação, bem como financiá-la. A percentagem reduzida coincide com aqueles que indicaram ter elaborado um plano de carreira com o seu chefe (22%), em contraste com que não o fez.


No momento de escolher entre as diversas competências profissionais as que mais se gostaria de desenvolver, os entrevistados concentram-se em três questões claramente focadas no desenvolvimento profissional e pessoal: criatividade e mudança (23%), línguas (21%) e gestão (20%). Como pode essa formação ser realizada? A maioria dos entrevistados (65%) considera estar ligada ao bom desempenho, bem como à capacidade de manter uma comunicação fluída com os seus superiores, de forma a que entendam as aspirações dos empregados.

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Bernardo Sá Nogueira, Director-geral do Universia Portugal e do portal trabalhando.pt, salienta a importância deste estudo, “é importante que as empresas compreendam as expectativas dos seus colaboradores, de forma a criarem medidas de envolvimento e de satisfação laboral, o que terá repercussões imediatas na prosperidade das empresas e na economia do país”.


A nível global:
Participaram neste estudo 5.867 pessoas, de 10 países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México, Peru, Portugal, Porto Rico e Uruguai. Entre os inquiridos portugueses, verifica-se que a presença feminina (64%) prevalece sobre a masculina (36%).

Quanto à idade, 73% tem mais de 27 anos, seguido de 25% entre 21 e 26 anos. O perfil da maioria dos entrevistados indica possuir um mestrado/pós-graduação/doutoramento (40%), seguido de universitários (31%).

Os dados revelados pelos portugueses são, na generalidade, semelhantes aos dos estudantes internacionais, embora a percentagem de inquiridos portugueses satisfeitos com a formação proporcionada pela empresa onde trabalha seja mais elevada (73%) do que a média dos restantes países (63%). Para além disso, relativamente as competências profissionais que mais gostariam de desenvolver, os portugueses salientam em primeiro lugar a criatividade e mudança (23%), enquanto os restantes países apontam a gestão como prioridade (21%).