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Xerox debate problemas de financiamento

EventoXerox2013
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A Xerox reuniu PMEs para debater o problema de obtenção de financiamento. “O Crédito bancário tem sido o veículo tradicional do financiamento das PME, mas cada vez existe maior dificuldade de acesso ao crédito. É, por isso, importante que as PME olhem para fontes alternativas de financiamento. Algumas destas soluções, como o Outsourcing e o aluguer operacional, permitem o acesso a financiamento de médio prazo, mas, ainda assim, é imperativo começarmos a encontrar outras alternativas”, afirmou Pedro Quintela, Diretor geral da Xerox Portugal, na Conferência “A Sustentabilidade financeira das PME face aos desafios do financiamento” realizada, no Hotel Altis Belém, em Lisboa.
Facilitar o acesso aos fundos comunitários, dinamizar a bolsa de valores para as PME, fomentar o capital risco e os business angels ou proporcionar incentivos para aumentos de capital e retenção de lucros foram algumas das soluções abordadas nesta conferência, que contou com as intervenções de José Alves da Silva, Presidente da PME Portugal, Jorge Sampaio, Marketing Executive da Creditex, João Duque, Presidente do ISEG, e Ricardo Costa, Director do semanário Expresso.
"As PME (e inclusive as micro empresas) são o principal motor da nossa economia, já que representam a grande maioria do tecido empresarial e são fundamentais para a criação de emprego e para o crescimento das nossas exportações. O acesso ao financiamento é, por todos estes motivos, fundamental para a expansão e dinamismo destas empresas", declarou Pedro Quintela, acrescentando que "na Xerox, as PME são responsáveis por cerca de 60% do nosso volume de negócios, pelo que queremos contribuir para as soluções que estão na base da sustentabilidade financeira destas empresas".
A conferência da Xerox, líder mundial em Managed Print Services e Document Outsourcing, contou com cerca de 70 pequenas e médias empresas de vários sectores de atividade, e versou sobre a actualidade no que concerne às políticas económico-financeiras e às preocupações inerentes ao resgate internacional.
Saliente-se que, desde o pedido de resgate, as instituições bancárias já eliminaram 16 mil milhões de euros de crédito às PME. “Além do financiamento da banca ser escasso, as PME pagam o crédito mais caro da Zona Euro, a seguir à Grécia. Por outro lado, em meados deste ano o valor da divida destas empresas acendia a 167 mil milhões de euros, o que equivale a sensivelmente 100% do PIB.