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Atualizado a 23 May, 2019

Roadster agora alimentado por pilha de combustível

 
Linde Roadster

A Linde lançou o empilhador contrapesado elétrico Roadster alimentado por pilha de combustível.
 
É uma das questões cruciais na movimentação de cargas: qual a forma de propulsão mais adequada para os requisitos e condições de funcionamento de uma determinada frota de empilhadores?
 
Para encontrar a resposta, os gestores de frotas de empilhadores devem ter em conta uma ampla gama de fatores: Os empilhadores estão destinados a ser utilizados em interiores ou exteriores, funcionarão em aplicações de um ou vários turnos, que tipo de mercadorias vão transportar, como é a infraestrutura local, que tipo de propulsão é a mais adequada e, por último, que sistema energético é o mais eficiente e económico para a operação?
 
"Os nossos clientes procuram soluções energéticas económicas e, cada vez mais, a pegada de CO2 desempenha um papel decisivo neste contexto", afirma Markus Weinberger, International Product Manager Energy Solutions da Linde Material Handling: "Os nossos assessores comerciais podem oferecer uma ampla gama de possíveis soluções energéticas, desde modelos de propulsão elétricos com baterias de chumbo-ácido ou de iões de lítio até equipamentos elétricos alimentados por pilhas de combustível ou motores de combustão que utilizam diesel, GLP ou gás natural como fonte energética. A melhor solução sempre depende das necessidades específicas de cada processo".
 
Desde há duas décadas, a Linde Material Handling trabalha no desenvolvimento de empilhadores alimentados mediante pilha de combustível. Cerca de 80 por cento dos modelos da marca já podem ser solicitados com esta fonte energética, incluindo porta-paletes, tratores de reboque e empilhadores retráteis, assim como empilhadores contrapesados.
 
O Linde Roadster permite uma melhor visibilidade por parte do operador, graças à ausência da coluna A. A configuração é possível através dos cilindros de inclinação que absorvem as forças de elevação, repartindo as tensões por toda a superfície da estrutura superior.
 
As versões Roadster dos empilhadores elétricos Linde E20 a E35 são especialmente adequadas para instalações logísticas e industriais com muito tráfego de pessoas e equipamentos. Além disso, o operador pode realizar trabalhos de precisão como a carga de contentores com uma maior facilidade através de um campo de visão muito maior e desimpedido.
 
"A combinação do Roadster com a tecnologia da pilha de combustível pareceu-nos ideal, especialmente em interiores", continua Weinberger, ao explicar a ampliação da gama de produtos, sobretudo porque o sistema energético não gera emissões nocivas durante o funcionamento. A produção de energia ocorre através de uma reação química entre o oxigénio e o hidrogénio e a eletricidade assim gerada alimenta uma bateria de iões de lítio, que por sua vez fornece os motores de tração e de elevação; ao mesmo tempo, esta bateria de iões de lítio serve como armazenamento intermédio para a energia de travagem recuperada e como "reserva energética" para os períodos de máxima procura. Os únicos subprodutos gerados durante o processo químico de geração elétrica são calor e água pura. Esta última é bombeada durante o reabastecimento de hidrogénio.
 
Relativamente ao abastecimento, aqui é onde a tecnologia da pilha de combustível revela a sua maior força: o processo de enchimento completo do depósito realiza-se em apenas três minutos, o que garante a máxima disponibilidade, especialmente em situações de alta ocupação como as aplicações multiturno, onde este sistema energético convence devido à sua contínua potência de saída. Uma vez que o processo de abastecimento é simples, rápido e limpo, a substituição de baterias deixa de ser necessária. Além disso, a pilha de combustível é ideal para uso inclusivamente em sectores críticos em termos de higiene como a indústria farmacêutica e a alimentar.
 
A eficiência económica também tem um papel decisivo e existe uma série de benefícios ecológicos, começando com a vida útil comparativamente longa de uma pilha de combustível - cerca de 10.000 horas de funcionamento- e estendendo-se à economia de CO2 se o hidrogénio utilizado procede de fontes regenerativas como o biogás ou a eletrólise, utilizando energia fotovoltaica e/ou eólica.